O Monte dos Ventos Uivantes
Livro 1
SINOPSE
Por isso, este célebre drama atinge o cume de uma autobiografia em que a infância e a adolescência de Emily surgem enriquecidas por uma imaginação fantástica.
A paixão de Catherine e o amor de Heathcliff assinalam de forma flagrante o fio romanesco desta obra.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789721014923 |
| Editor: | Publicações Europa-América |
| Data de Lançamento: | abril de 1971 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 115 x 179 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 257 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Livros de Bolso / Europa América |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 5601072405103 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Intenso, um verdadeiro vendaval de emoções
Ana Gonçalves
Uma história de "amor", entre duas pessoas maldosas, que recusam o amor uma pela outra. Além da história, o amor entre Catherine e Heathcliff, é incontornável não falar sobre a atmosfera tensa, sobrenatural e quase arrepiante que a autora conseguiu criar. Uma obra que nos prende de maneira intensa. Magnífico!
Amor ou Terror?
Filipa Carujo
“O Montes dos Ventos Uivantes” é um história de perda, obsessão e amor doentio. São nele tratados temas como a morte, a depressão e toda uma lista de sentimentos maus e até mesmo trágicos que são capazes de nos deixar com raiva, mas, acima de tudo, bastante pesarosos. Sendo assim, seria de esperar que ler o livro se tornasse algo impensável, especialmente se nos queremos manter felizes. Mas numa coisa os críticos do século XIX estavam certos: há realmente um elemento hipnotizante em “O Monte dos Ventos Uivantes” e torna-se impossível deixar esta história a meio. Ao longo da leitura da obra, fui preenchida por sentimentos contraditórios que quase me levaram à loucura, especialmente porque todos os personagens são bastante humanos. Nenhum deles é completamente bom ou completamente mau e, ao contrário do que Charlotte Brontë afirma no prefácio que escreveu para a edição de 1850 do livro, nem mesmo Heathcliff me parece o completo presságio do mal. Tenho de admitir que os meus sentimentos por ele não se afiguram resplandecentes, mas, tendo em conta a sua infância, a culpa não é inteiramente sua. Quando ingressei na leitura desta magnífica obra, pensei que me iria focar, sobretudo, na história principal: a de Heathcliff e Catherine. No entanto, sempre me interessei pela dinâmica entre Cathy e Haren, o que pode ser considerado um grande feito por parte da autora. Emily Brontë era uma artista e, ainda que introspetiva e tímida, conseguiu criar uma das obras mais angustiantes e viciantes que li até hoje. E todo o seu mérito é, por isso, certamente merecido.
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