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Histórias Extraordinárias

Livro de Bolso

de Edgar Allan Poe; Tradução: João Couto Nogueira

Livro eBook
editor: BIS, janeiro de 2009
Histórias Extraordinárias é uma colectânea decontos publicados entre os anos de 1833 e 1845,considerados clássicos da literatura de horror e policial. É um livro magnífico, tanto para quem gosta de contos de horror e mistério, quanto para quem deseja conhecer um dos mestres nesse estilo literário. Da primeira à última página, Edgar Allan Poe colocou todo o seu pessimismo e espírito macabro que possuía em vida, e que, apesar de às vezes causar calafrios nos leitores, mostra na perfeição a sua genialidade como escritor.

Histórias Extraordinárias

Livro de Bolso

de Edgar Allan Poe; Tradução: João Couto Nogueira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896530037
Editor: BIS
Data de Lançamento: janeiro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 126 x 193 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: BIS
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9789896530037
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O Rei do macabro

Rui Brás

Poe tinha uma veia macabra mas deliciosa, estes contos fazem-nos sonhar, rir e surpreender a cada uma das histórias

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Cativante

Sofia Pires

Foi uma compra de ‘impulso’ não sabia onde me estava a meter, achei macabro... mas depois viciante! Contos curtos e cativantes.

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Muito bom!

Juliana Dias

Contos pequenos e de fácil leitura! São contos macabros que te captam e te fazem querer ler sem parar! Muito bom!

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EXCELENTE

Souzinha

O Edgar escreve de uma maneira tão viciante e magnifica! Acho que todos deviam ler este livro, é um livro rápido de se ler mas tão fantástico que nos leva para a mente de um génio literário, onde tudo parece perturbado. É o livro para ter ao lado da cama e ler um pouco todas as noites, ou um conto todas as noites. Recomendo mil vezes !

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Essencial a todo o leitor

Sara Nunes

Este livro de contos transporta nos até ao mundo fictício de Poe, faz nos entrar dentro da brilhante mente dele. Essencial para todos os leitores, especialmente os que apreciam literatura.

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HISTÓRIAS EXTRAORDINÁRIAS

Ana Cordeiro

Histórias muito bem escritas. Algo macabras, mas definitivamente extraordinárias.

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Histórias Extraordinárias

Sérgio Pereira

A capacidade genial de Edgar Allan Poe ao colocar a nossa mente dentro das suas histórias, é verdadeiramente supreendente, é como se existíssemos juntamente com as histórias dos seus contos.

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Histórias "verdadeiramente" Extraordinárias!

[email protected]

Estas histórias (contos) de Edgar Allan Poe levam-nos à génese daquilo que conhecemos dos inúmeros romances e filmes do fantático, do suspense e do terror, tal como os conhecemos hoje em dia. É curioso perceber como, ainda hoje, os autores bebem da inspiração de Poe; um autor muito à frente do seu tempo, prodigioso, inventivo, inteligente, carismático, elegante.

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Este livro é extraordinário...

Danny SF

Para quem gosta de contos de terror, este livro de Edgar Allan Poe, é o livro ideal para se começar a ler. Comprei este livro aqui na Wook, e não me arrependo de o ter feito. Este livro é extraordinário...

Edgar Allan Poe

Escritor norte-americano nascido a 9 de janeiro de 1809, em Boston, e falecido a 7 de outubro de 1849. Filho de dois atores de Baltimore, David Poe Junior e Elizabeth Arnold Poe, ficou órfão com apenas dois anos de idade e desde cedo aprendeu a sobreviver sozinho. Foi adotado por uma família de comerciantes ricos de Richmond, de quem recebeu o apelido Allan.
Entre 1815 e 1820, a família Allan viveu em Inglaterra e na Escócia, onde Poe recebeu uma educação tradicional, regressando depois a Richmond. Poe foi para a Universidade da Virgínia em 1826, onde estudou grego, latim, francês, espanhol e italiano, mas desistiu do curso onze meses depois por causa do seu vício do jogo e do álcool. Resolveu então ir para Boston, onde publicou em 1827 um fascículo de poemas da juventude de inspiração byroniana, Tamerlane and Other Poems.
Em 1829 publicou o seu primeiro volume de poemas, com o título Al Aaraaf, Tamerlane and Minor Poems, onde se denota a influência de John Milton e Thomas Moore. Foi então para Nova Iorque, onde publicou outro volume, contendo alguns dos seus melhores poemas e onde se evidencia a influência de Keats, Shelley e Coleridge.
Em 1835 estreou-se como diretor do jornal Southern Literary Messenger, em Richmond, onde se tornaria conhecido como crítico literário, mas veio a ser despedido do seu cargo alegadamente por causa do seu problema da bebida. O álcool viria aliás a ser o estigma que marcaria toda a sua vida até à morte. Casou-se nesse mesmo ano com a sua prima de apenas treze anos, Virgínia Clemm, e o casal resolveu então instalar-se em Nova Iorque, onde não chegou a permanecer muito tempo. Foi em Filadélfia que Poe alcançou fama através de vários volumes de poemas e histórias de mistério e de terror. Em 1838 escreveu The Narrative of Arthur Gordon Pym (A Narrativa de Arthur Gordon Pym), obra de prosa em que combinou factos reais com as suas fantasias mais insanes. Em 1839 tornou-se codiretor do Burton's Gentleman's Magazine em Filadélfia, e nesse mesmo ano escreveu várias obras que o tornaram famoso pelo seu estilo de literatura ligado ao macabro e ao sobrenatural. São elas William Wilson e The Fall of the House of Usher (A Queda da Casa de Usher). A primeira história policial surgiu apenas em 1841, na revista Graham's Lady's and Gentleman's Magazine, sob o nome The Murders of the Rue Morgue (Os Crimes da Rue Morgue), e em 1843 Poe recebeu o seu primeiro prémio literário com a obra The Gold Bug. Em 1844 regressou a Nova Iorque e tornou-se subdiretor do New York Mirror. Na edição de 29 de janeiro de 1845 deste jornal surgiu o poema The Raven (O Corvo), com o qual Poe atingiu o auge da sua fama nacional.
Dois anos mais tarde morre a sua mulher Virgínia, mas Poe volta a casar, com Elmira Royster, em 1849. Porém, antes disso, Poe publica Eureka, uma obra que deu azo a muita contestação por parte de alguns críticos da época e que é considerada uma dissertação transcendental sobre o universo, muito louvada por uns e detestada por outros.
É de regresso à terra natal do seu pai que Poe começa a apresentar indícios de que o problema do alcoolismo já era de certo modo irreversível. De facto, ele esteve na origem da morte do poeta. A obra de Poe é o espelho da sua vida conturbada e dos seus hábitos e atitudes antissociais, que o levavam a ter uma escrita que ia para além dos padrões convencionais. Se por um lado foi vítima de certas circunstâncias que estavam para além do seu controle, como foi o facto de ter ficado órfão aos dois anos de idade, por outro fez-se escravo de um problema - o álcool - que agravaria a sua personalidade já de si inconstante, imprevisível e incontrolável.

Edgar Allan Poe. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009.

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