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Todos os Contos - Edgar Allan Poe

de Edgar Allan Poe; Tradução: José Teixeira de Aguilar

editor: Temas e Debates, novembro de 2014
Edgar Allan Poe é um dos autores mais publicados do mundo, conhecido pela genialidade expressa também nos seus famosos contos de terror e em algumas das histórias de detetives mais macabras jamais escritas, como A Queda da Casa de Usher, Os Crimes da Rua Morgue ou O Escaravelho de Ouro. Notável mestre do suspense, Poe também era poeta e, como demonstram os seus contos sobre hipnotismo e viagens no tempo, foi um pioneiro da ficção científica.
A presente edição reúne todos os contos deste autor clássico da literatura universal e decorre da edição ilustrada anteriormente publicada em dois volumes.

«Pelo mistério, pela invenção, pela noturna iluminação que faz com que mesmo a sua escrita mais sombria cintile como o momento antes da madrugada.»
António Mega Ferreira

Todos os Contos - Edgar Allan Poe

de Edgar Allan Poe; Tradução: José Teixeira de Aguilar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896443191
Editor: Temas e Debates
Data de Lançamento: novembro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 177 x 258 x 50 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 952
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789896443191
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Adorei...

Mónica Pereira

Além de compilarem neste livro os contos deste maravilhoso escritor, foi a minha primeira experiência com esta escrita e com este autor na qual me surpreendi a cada página que virava e a cada conto que lia... Nunca tinha lido nada deste escritor e sempre tinha ouvido boas críticas e quando vi esta edição, mal recebi o livro comecei a devorar... Ê nos dado um ambiente negro e misterioso mas para quem gosta de thrillers e terror por favor leiam Poe...

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Mestre do Horror

André CM

É uma compilação muito boa das histórias deste autor. Permite-nos ver a evolução do seu trabalho ao longo dos anos. Pessoalmente os meus contos preferidos são os macabros e bizarros sem dúvida. Recomendo vivamente a leitura.

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Imperdível

Ana Lopes

Sem dúvida um dos maiores mestres da ficção e do suspense, Poe leva-nos ao seu imaginário com contos que nos deixam presos do início ao fim. Para quem procura a sua obra condensada, este é, sem dúvida, o melhor livro a adquirir.

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É preciso ter medo

Paulo Alves

Há uma táctica infalível para obter o melhor de Poe: ler, reler e pedir para nos lerem. Foi assim que fizeram Jorge Luis Borges e, possivelmente, Machado de Assis e Fernando Pessoa. Como com a Poesia, não tem mal nenhum levar para a leitura deste contos o medo. É extraordinário pensar que ele foi tão forte nas datas originais das publicações destes textos que não só assustaram muitos leitores como fizeram outros mais acreditar estarem perante relatos verdadeiros e, claro, antecipando-se, Poe escreve num deles que, sendo assim, não pode parar de relatar o sucedido ("O Estranho Caso do Sr. Valdemar). Os que acham que estamos perante um tipo de literatura menor ou pouco interessante deverão ler, reler e pedir de ler o primeiro parágrafo e, principalmente, tenham medo.

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FANTASTICA!

Ricardo Amaro

Não podia pedir mais! Todos os contos num só volume! Edição fantasticamente elaborada, que impoe respeito e faz jus ao respeito que esta obra literária merece!

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Revisitar

António Durães

É sempre um prazer revisitar o mundo de Poe. Este livro é a compilação de momentos de prazer que fui tempo ao longo da vida quando ia lendo aqui e ali os contos em separado condensados num único volume. Sem dúvida fascinante.

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Sublime

João Matias

Apesar do extenso volume a sua escrita enriquecida e de uma profundidade que chega a ser inspirador faz que seja um livro certamente belo e de companhia imprescindível. Bastante grato por uma tradução muito bem feita e que captou - na maioria - os pontos principais da obra deste escritor tão sublime. Um livro que é, sobretudo, para ficar na memória. Poe é, sem dúvida, um grande mestre da literatura. A sua obra é de uma originalidade refrescante e ambientes que caracterizam a sua personalidade misteriosa e envolta em mistério. Um livro que vale para alimentar o desejo e, acima de tudo, o vício.

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Maravilhoso

Isa Sampaio

Um escritor excelente, e um livro belíssimo. Apesar de bastante volumoso, como seria de esperar de uma colectânea, este livro ganha em beleza, pela qualidade da edição e pela obra do autor, tornando-o uma verdadeira obra de arte. Para os fãs de Poe será sem dúvida, a bíblia a ter na mesa de cabeceira

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Excelente livro

Francisco Martins

Estou bastante satisfeito com a compra desta obra. Apesar de Edgar Allan Poe ser bastante conhecido em todo o mundo,pessoalmente não conhecia muito bem a obra do autor,mas estou a adorar. O livro é enorme e a obra do autor também. Vou ter certamente umas boas horas a ler este livro. Certamente recomendo a aquisição deste excelente livro.

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Genial e Intemporal

João Pinheiro | 26-12-2014

Uma agradável surpresa para quem nunca tinha lido Edgar Allan Poe. Na realidade, consider-o uma lufada de ar fresco no género literário, pela intemporalidade e génio da sua escrita.

Edgar Allan Poe

Escritor norte-americano nascido a 9 de janeiro de 1809, em Boston, e falecido a 7 de outubro de 1849. Filho de dois atores de Baltimore, David Poe Junior e Elizabeth Arnold Poe, ficou órfão com apenas dois anos de idade e desde cedo aprendeu a sobreviver sozinho. Foi adotado por uma família de comerciantes ricos de Richmond, de quem recebeu o apelido Allan.
Entre 1815 e 1820, a família Allan viveu em Inglaterra e na Escócia, onde Poe recebeu uma educação tradicional, regressando depois a Richmond. Poe foi para a Universidade da Virgínia em 1826, onde estudou grego, latim, francês, espanhol e italiano, mas desistiu do curso onze meses depois por causa do seu vício do jogo e do álcool. Resolveu então ir para Boston, onde publicou em 1827 um fascículo de poemas da juventude de inspiração byroniana, Tamerlane and Other Poems.
Em 1829 publicou o seu primeiro volume de poemas, com o título Al Aaraaf, Tamerlane and Minor Poems, onde se denota a influência de John Milton e Thomas Moore. Foi então para Nova Iorque, onde publicou outro volume, contendo alguns dos seus melhores poemas e onde se evidencia a influência de Keats, Shelley e Coleridge.
Em 1835 estreou-se como diretor do jornal Southern Literary Messenger, em Richmond, onde se tornaria conhecido como crítico literário, mas veio a ser despedido do seu cargo alegadamente por causa do seu problema da bebida. O álcool viria aliás a ser o estigma que marcaria toda a sua vida até à morte. Casou-se nesse mesmo ano com a sua prima de apenas treze anos, Virgínia Clemm, e o casal resolveu então instalar-se em Nova Iorque, onde não chegou a permanecer muito tempo. Foi em Filadélfia que Poe alcançou fama através de vários volumes de poemas e histórias de mistério e de terror. Em 1838 escreveu The Narrative of Arthur Gordon Pym (A Narrativa de Arthur Gordon Pym), obra de prosa em que combinou factos reais com as suas fantasias mais insanes. Em 1839 tornou-se codiretor do Burton's Gentleman's Magazine em Filadélfia, e nesse mesmo ano escreveu várias obras que o tornaram famoso pelo seu estilo de literatura ligado ao macabro e ao sobrenatural. São elas William Wilson e The Fall of the House of Usher (A Queda da Casa de Usher). A primeira história policial surgiu apenas em 1841, na revista Graham's Lady's and Gentleman's Magazine, sob o nome The Murders of the Rue Morgue (Os Crimes da Rue Morgue), e em 1843 Poe recebeu o seu primeiro prémio literário com a obra The Gold Bug. Em 1844 regressou a Nova Iorque e tornou-se subdiretor do New York Mirror. Na edição de 29 de janeiro de 1845 deste jornal surgiu o poema The Raven (O Corvo), com o qual Poe atingiu o auge da sua fama nacional.
Dois anos mais tarde morre a sua mulher Virgínia, mas Poe volta a casar, com Elmira Royster, em 1849. Porém, antes disso, Poe publica Eureka, uma obra que deu azo a muita contestação por parte de alguns críticos da época e que é considerada uma dissertação transcendental sobre o universo, muito louvada por uns e detestada por outros.
É de regresso à terra natal do seu pai que Poe começa a apresentar indícios de que o problema do alcoolismo já era de certo modo irreversível. De facto, ele esteve na origem da morte do poeta. A obra de Poe é o espelho da sua vida conturbada e dos seus hábitos e atitudes antissociais, que o levavam a ter uma escrita que ia para além dos padrões convencionais. Se por um lado foi vítima de certas circunstâncias que estavam para além do seu controle, como foi o facto de ter ficado órfão aos dois anos de idade, por outro fez-se escravo de um problema - o álcool - que agravaria a sua personalidade já de si inconstante, imprevisível e incontrolável.

Edgar Allan Poe. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009.

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