Doze Contos Peregrinos

Livro 1

de Gabriel García Márquez
Editor: Dom Quixote, abril de 1998 ‧

Doze Contos Peregrinos percorreu uma longa trajectória.
Escritas, 118 perdidas e reescritas, as histórias do projecto inicial acabaram por se reduzir a doze.
Histórias de solidão, amor, poder e morte, que Gabriel García Márquez soube criar com mão de mestre.

Doze Contos Peregrinos

de Gabriel García Márquez

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722010580
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: abril de 1998
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 234 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Universal
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722010580
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Realidades

Sofia Martins

Sou suspeita porque adoro Garcia Marquez. Este livro possibilita-nos passar por todas as facetas do escritor: comédia, drama, romance, dor, saudade... Falando de migrantes na Europa, o tema não podia ser mais actual. Cada conto é um personagem fora do seu meio, num continente diferente a lutar para sobreviver da melhor maneira que sabe. Vale muito a pena pela variedade de histórias que podiam muito bem ser reais e pelos sentimentos contraditórios que nos faz sentir. Aom mesmo tempo pela leveza de ser um livro em "episódios". Recomendo muito!

SOBRE O AUTOR

Gabriel García Márquez

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1982

Escritor colombiano nascido a 6 de março de 1927 em Aracataca, um pequeno entreposto do comércio de bananas. Desde logo deixado ao cuidado dos seus avós, um coronel na reserva, ex-combatente na guerra civil, e uma apaixonada pelas tradições orais indígenas, estudou na austeridade de um colégio de jesuítas.
Terminando os seus estudos secundários, ingressou no curso de Direito da Universidade de Bogotá, mas não o chegou a concluir. Fascinado pela escrita, transferiu-se para a Universidade de Cartagena, onde recebeu preparação académica em Jornalismo. Publicou o seu primeiro conto, "La Hojarasca", em 1947. No ano seguinte, deu início a uma carreira como jornalista, colaborando com inúmeras publicações sul-americanas. No ano de 1954 foi especialmente enviado para Roma, como correspondente do jornal El Espectador mas, pouco tempo depois, o regime ditatorial colombiano encerrou a redação, o que contribuiu para que Márquez continuasse na Europa, sentindo-se mais seguro longe do seu país.
Em 1955 publicou o seu primeiro livro, uma coletânea de contos que já haviam aparecido em publicações periódicas, e que levou o título do mais famoso, "La Hojarasca". Passando despercebida pelo olhar da crítica, a obra inclui contos que lidam compassivamente com a realidade rural da Colômbia.
Em 1967 publicou a sua obra mais conhecida, o romance "Cien Años De Soledad" ("Cem Anos de Solidão"), romance que se tornou num marco considerável no estilo denominado como realismo mágico. Em "El Otoño Del Patriarca" (1977), Márquez conta a história de um patriarca, cuja notícia da morte origina uma autêntica luta de poder.
Uma outra obra tida entre as melhores do escritor é "Crónica De Una Muerte Anunciada" (1981, "Crónica de uma Morte Anunciada"), romance que descreve o assassinato de um homem em consequência da violação de um código de honra. Depois de "El Amor En Los Tiempos De Cólera" (1985, "Amor em Tempos de Cólera"), o autor publicou "El General En Su Laberinto" (1989), obra que conta a história da derradeira viagem de Simão Bolívar para jusante do Rio Magdalena. Em 2003, as Publicações D. Quixote editam, deste autor, "Viver para Contá-la", um volume de memórias de Gabriel García Márquez onde o autor descreve parte da sua vida.
Gabriel García Márquez foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1982.
Morreu a 17 de abril de 2014, aos 87 anos, em sua casa na Cidade do México, ao lado da mulher Mercedes e dos seus dois filhos.

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