10% de desconto

Civilização e Outros Contos

de Eça de Queirós
Editor: Fábula, fevereiro de 2018 ‧
11,95€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
Eça de Queirós, no seu estilo inconfundível, foi um dos maiores contistas da literatura portuguesa.
Publicados em inúmeros jornais e revistas ao longo de toda a sua carreira jornalística, os contos de Eça de Queirós foram reunidos, pela primeira vez, em 1902. Como contista, Eça procurou explorar essencialmente temas históricos e reflexões sobre a condição humana.

Civilização, A Aia, O Tesouro, O Suave Milagre, Outro Amável Milagre, Singularidades de Uma Rapariga Loura, Frei Genebro, A Perfeição e José Matias, contos escolhidos para esta obra, demonstram a capacidade engenhosa do autor para criar personagens inesquecíveis em enredos simples e curtos.

«Como se vê, Eça de Queirós escreveu contos para todos os gostos, e o presente volume, que inclui uma seleção criteriosa e representativa, deve ser, por isso mesmo, lido, saboreado e desfrutado - e, claro, abrir o apetite para a restante obra do mestre.» in Prefácio de Maria do Rosário Pedreira

Civilização e Outros Contos

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897076008
Editor: Fábula
Data de Lançamento: fevereiro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 209 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Coleção: Tesouros da Literatura
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Juvenil
EAN: 9789897076008

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU