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A Cidade e as Serras

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz
Editor: BIS, maio de 2009 ‧
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O romance foi publicado em 1899 (um ano antes da morte de Eça) na Revista Moderna, e saiu em livro em 1901. Pertence à última fase do escritor, quando Eça se afasta do realismo e deixa a crítica dura que fazia à sociedade portuguesa da época.

A Cidade e as Serras

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896600051
Editor: BIS
Data de Lançamento: maio de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 125 x 192 x 12 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: BIS
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896600051

Cidade e as Serras

Marco Matos

Onde pode o humano verdadeiramente crescer espiritualmente e em abundância, na cidade ou nas serras? Com o seu estilo exímio de narração e a pitada certa de crítica social a que nos habituou, Eça de Queirós pensa sobre o tema, criando uma narrativa que nos elucidará e nos dará imenso prazer na leitura.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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