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O Museu da Inocência

de Orhan Pamuk

editor: Editorial Presença, maio de 2010
Prémio Nobel da Literatura
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA i
O Museu da Inocência é uma história de amor, passada em Istambul, entre a Primavera de 1975 e os últimos anos do século XX, e conta a história da paixão obsessiva do herdeiro de uma família rica, Kemal, por uma prima afastada, Füsun, de um meio social menos favorecido. Mas Kemal está noivo da filha de uma das famílias da elite istambulense. Entretanto, Kemal começa a coleccionar objectos pessoais e outros que lhe fazem lembrar a sua amada. Esses objectos são simultaneamente um fetiche e uma crónica da sua felicidade e das mágoas, um mapa de sinais de todos os sítios onde estiveram juntos. Com o tempo, a compulsão do coleccionador acabará por dar origem a verdadeiro museu, que também permite explorar uma Istambul meio ocidental e meio tradicional, a sua emergente modernidade e a sua vastíssima história e cultura.

«O Museu da Inocência é o primeiro romance que o turco Orhan Pamuk publica depois de lhe ter sido atribuído o Prémio Nobel em 2006. Segundo o próprio contou à imprensa, demorou seis anos a escervê-lo. E isso nota-se, porque apesar de, em termos da forma narrativa, ser o mais convencional da sua obra, nenhum dos inúmeros e refinados pormenores foi deixado ao acaso, nada soa a falso, é um livro de imagens cuidadas e de reminiscências de um "tempo perdido”, de uma felicidade perdida, com o mestre Marcel Proust a assomar e a acenar de vez em quando do fundo da história, com páginas finais inesquecíveis em que o autor se dá ao luxo de poder piscar o olho aos leitores sem os irritar: “Viva, quem vos escreve é Orhan Pamuk!”. Este romance é Pamuk no melhor charme da sua arte de narrar. E, ao mesmo tempo, a criar uma personagem, Kemal Basmaci, que, se não entrar para a história da literatura, ficará na memória de muitos leitores por muitos anos como uma das mais singulares, uma espécie de primo turco, rico e infeliz, de Florentino Ariza (de O Amor nos Tempos de Cólera, de Garcia Márquez).»
José Riço Direitinho, in Público

«O que está exposto neste museu é a responsabilidade de escrever livremente e de forma actual.»
New York Times Book Review

«Pamuk é um verdadeiro achado, o criador de ficções literárias sofisticadas e intensas (...) Trabalho de mestre em curso neste livro.»
The Los Angeles Times

«O que está exposto neste museu é a responsabilidade de escrever livremente e de forma actual.»
New York Times Book Review

«Pamuk é um verdadeiro achado, o criador de ficções literárias sofisticadas e intensas (...) Trabalho de mestre em curso neste livro.»
The Los Angeles Times

O Museu da Inocência

de Orhan Pamuk

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722343558
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: maio de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 232 x 44 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 652
Tipo de produto: Livro
Coleção: Grandes Narrativas
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722343558
e e e e E

De consumo lento e aditivo

Fábio Lavos Martins

Magistral história de amor, e de recontrução pós crítica do imaginário do universo que uniu Kemal e Fosün. a ilusão de páginas que se sucedem vagarosamente sem que nada acontece..quando acontece, incandescentemente, o amor de um homem por uma mulher. Muito bonito

e e e e e

História de uma obsessão

https://nointeriordoslivros.blogspot.com/

O Museu da Inocência é uma intrincada e dolorosa história de amor obsessivo - de Kemal por Füsun - como poucas outras de que tenha memória (a par com O Amor em Tempos de Cólera e a Servidão Humana). Cada paixão, por muito salutar que seja, tem o seu quê de obsessivo - não precisa de ser patológica, para que esse traço esteja presente nos primórdios dessa vivência avassaladora - pelo que é inevitável revermo-nos, ainda que tenuemente, num ou outro momento (angustiante, delicioso, doloroso ou constrangedor) da vivência obsessiva, minuciosa e magistralmente descrita por Pamuk. Este é, sem dúvida, um daqueles livros que gostaria de voltar a ler pela primeira vez.

e e e e e

Excelente livro!

Abiblioterapeuta.com

Nunca tinha lido nada de Orhan Pamuk e “O Museu da Inocência” arrebatou-me, no mínimo por três motivos: 1. Prolongou a minha viagem a Istambul e esse é um dos maiores prazeres que encontro na leitura; 2. A construção e caracterização dos muitos personagens é magistral. Convenci-me que eram reais, que os conhecia a todos e que me juntava a uma espécie de família de cada vez que abria o livro para avançar na história; 3. Mudou a minha perspetiva acerca de um determinado tipo de relação amorosa. Diz-me quem conhece melhor a obra de Orhan Pamuk, que “O Museu da Inocência” nem é o seu melhor livro. Por isso, mal posso esperar pela oportunidade de ler os outros.

e e e e e

mágico

Andrea

recomendado há anos por parceiros leitores, li-o de uma assentada. equilibrado, inspirador, sobre um país que tanto aparece nas notícias mas sobre o qual tanto desconhecemos.

e e e e E

Um romance e um excelente exercício de reflexão sobre o nosso próprio museu

Rita França Ferreira

Estava para ler este autor há bastante tempo. A urgência surgiu quando o clube de leitura do qual faço parte escolheu este autor como desafio. Escolhi ler o museu da inocência pelo conceito que o próprio livro encerra: a possibilidade de construirmos um museu de alguem que gostamos como um meio para mantermos a pessoa viva e perto de nós. Este romance levou-me a questionar... se eu quisesse construir um museu da minha pessoa, o que reuniria?!?reflictam sobre isso e irão perceber a diferença que criam no mundo. Excelente livro!

e e e E E

Ficção e realidade

EH

Obsessão, obsessão. Divisões entre Ocidente e Turquia. Pamuk criou um museu extraordinário.

e e e e e

saber ver a Turquia

SF

Orhan Pamuk é daqueles autores que se lê sem parar. Pela riqueza de recursos, pela consistência da narrativa. Esta é mais uma das grandes obras deste autor que nos convida a olhar e a saber ver a Turquia.

e e e E E

O que pode significar o amor

Marta Rego

Livro de 652 paginas, onde o personagem principal relata o amor por uma rapariga, não correspondido. E obsessivo. Plenamente ediativo e fantasiado. Sustentado nos objectos por ela tocados. Baseado em factos reais.

e e e e e

Bonito

Luis Alves

Pamuk transporta-nos à sua Turquia e concretamente ao Istambul do século vinte, onde as diferenças sociais se fazem sentir. A história de um amor impossivel que leva a sua personagem central a refugiar-se numa espécie de colecionismo obsessivo. Com um toque mel[ancólico que lhe dá um certo encanto.

e e e e E

romance

ac

uma historia maravilhosa um dos melhores romances q já li

e e e e e

Maravilhoso

Ana Ferreira

Este livro mostra como pode evoluir a personalidade de alguém perante as contrariedades que se lhe apresentam. A prosa é rica e fluida e os pormenores bem colocados. A criação de um 'museu' pessoal à custa da felicidade. Grande obra.

Orhan Pamuk

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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