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Uma Estranheza em Mim

de Orhan Pamuk
Editor: Editorial Presença, setembro de 2016 ‧
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O novo romance de Orhan Pamuk combina uma história de amor marcante com um retrato muito pessoal de Istambul e das profundas mudanças aí ocorridas entre 1969 e 2012. Mevlut viu-a apenas uma vez e foi o suficiente para se apaixonar. Após três anos de cartas enviadas em segredo, decidem fugir. A escuridão da noite auxilia a fuga mas a luz de um relâmpago revela um engano terrível que os marcará para sempre. Chegados a Istambul, Mevlut decide aceitar, o seu destino seguindo os passos do pai. Todas as noites vende boza, uma bebida tradicional turca, esperando um dia enriquecer. Durante quatro décadas acompanhamos Mevlut pelas ruas de Istambul, o seu olhar face às alterações que ocorrem e as diferentes pessoas com quem se cruza.

Uma Estranheza em Mim

de Orhan Pamuk

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722358958
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 235 x 39 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 640
Tipo de produto: Livro
Coleção: Grandes Narrativas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722358958

Leitura longa mas satisfatória

Filipe Seabra

Uma viagem, como só este autor nos consegue levar, pela Turquia dos anos 50 aos ao séc XXI. Acompanha a história de vida de um vendedor de rua que pode, por vezes, ser de algum detalhe mas que no final da história, compensa ter lido as mais de 600 páginas deste livro! Quem aprecia História, principalmente deste lindo país, aTurquia, vai gostar de certeza.

Maravilhoso

Sofia

Este é o primeiro livro que leio de Orhan Pamuk e superou as minhas expectativas! Uma bonita história de amor e essencialmente sobre Mevlut, ao mesmo tempo que acompanhamos a evolução de Istambul durante 4 décadas com uma escrita fantástica. Estou curiosa para ler outros livros deste autor.

Istambul sempre

AFerreira

Excelente obra de Pamuk , talvez de mais acessível leitura para quem leu as anteriores. Istambul sempre presente, a cultura, as pessoas, as relações através do tempo, envolvemo-nos na acção passando pela compreensão dos valores, da religião, das preocupações,do viver e estar numa cultura tão diferente e tão igual à nossa ("mais" Ocidental). Nesta obra uma visão mais actual dessa cultura extraordinária. É uma obra mais "leve" de se ler pelo que "mais rápida" e de leitura muito acessível. Recomendo vivamente mesmo a quem tem medo de livros com mais de 600 páginas e não conheça Orhan Pamuk.

Excelente

M. Fonseca

Ainda não acabei mas recomendo vivamente. Para mim, está a ser o livro mais fácil de ler do Orahn Pamuk. É um livro fascinante com uma história belíssima. Para além da ficção, dá-nos um retrato do crescimento de Istambul desde os anos sessenta, com a chegada de migrações das aldeias, a proliferação de bairros da lata na periferia, a evolução dos costumes, o choque entre grupos regionais diferentes como os gregos, os curdos, etc. É muito bom para compreendermos a Turquia da actualidade e também um pouco da cultura do Islão, sobretudo para aqueles que, como eu, nunca foram ao país.

SOBRE O AUTOR

Orhan Pamuk

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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