O Mandarim
SINOPSE
A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China. É uma obra que pertence ao sonho, não à realidade, mas que caracteriza fielmente a tendência mais natural, mais espontânea do espírito português.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-04968-1 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | agosto de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 128 x 198 x 7 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 96 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Clássicos Porto Editora |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978972004968112 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
a riqueza fácil traz culpa, vazio e infelicidade.
Liliana Sobreira
Comprei para o meu filho ler nas aulas de português do oitavo ano e acabei por ler também. É uma obra interessante que nos faz refletir sobre o comportamento humano. Uma linguagem um pouco “cara” para miúdos de oitavo ano, na minha opinião, o que pode tornar a leitura mais difícil em alguns momentos. Ao longo da história, o autor critica fortemente a ganância humana, mostrando como o desejo pelo dinheiro fácil pode levar a decisões erradas e à perda de valores. Também é evidente a hipocrisia da sociedade, pois as pessoas tratam o protagonista de forma completamente diferente conforme ele tem ou não riqueza. Além disso, a obra denuncia a corrupção, tanto moral como social, revelando um mundo onde o dinheiro tem mais importância do que o caráter. Apesar de algumas dificuldades na linguagem, o livro transmite uma mensagem importante: a riqueza fácil traz culpa, vazio e infelicidade.
O Mandarim - clássico
Teresa Gomes
Versão aprovada para leitura em sala de aula. Essencial da literatura portuguesa.
A maestria de Eça
Margarida Guerreiro
O brilhantismo de Eça de Queiroz transpira através das suas mais simples obras, e esta não é exceção. Desta obra sobressai, como em quase todas elas, a maestria com que Eça nos pinta uma imagem, um cenário, uma cena tão vívida que continua em movimento mesmo depois do fim. Nesta história o fantasiado mistura-se com a realidade quase sem esforço e a crítica feita à sociedade certamente não nos passa ao lado.
Gloriosa fantasia
Carmo Santos
O Mandarim, foi escrito na fase pós realista do autor, quando Eça se propõe escrever ”um conto fantasista e fantástico”. Um conto com um desencantado protagonista, um convincente Diabo, um obstinado fantasma, e façanhas aparatosas a abrilhantar uma história de ambição e remorso. O livro é pequeno, mas Eça fez desta historieta um espantoso exemplo de boa escrita, graças ao seu vocabulário absurdamente amplo, que ostenta em admiráveis rasgos de ironia e conhecimento.
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