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Uma Família Inglesa

de Júlio Dinis
Editor: Porto Editora, setembro de 2010 ‧
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Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.

É um romance citadino, objetivo, de análise psicológica e individual, ao estilo do romance realista inglês. Abunda a pintura de interiores, mas a ação é lenta, precipitando-se nos últimos capítulos.

O desenlace é cor-de-rosa, como conclusão habitual em quem "viveu de leve, escreveu de leve, morreu de leve", segundo Eça de Queirós.

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, Porto Editora (adaptado)

Uma Família Inglesa

de Júlio Dinis

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04965-0
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: setembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Porto Editora
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004965011
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Prosa prodigiosa

Rui Teixeira

Pessoalmente, atrai-me em Júlio Dinis não a cadência frenética da sua ação, mas antes a profundidade psicológica e a estética atraente da sua escrita. Nesta obra em concreto, estes pergaminhos materializam-se de forma superior.

Uma Família Inglesa

Catarina

Adorei o facto da história se passar na cidade do Porto. Fiquei com vontade de ler mais obras de Júlio Dinis.

Adorei

Lino Fraga

Adorei os livros porque, além de excelentes e de muito admirar o seu autor Júlio Diniz, fizeram-me reviver a minha juventude.

É Júlio Dinis !

A.F.

O livro "Uma Família Inglesa" sem dúvida cativante, além de incontornável a um qualquer leitor, faz marcar a, ainda fresca e brilhante, escrita de Júlio Dinis. Recomendo vivamente.

Um clássico da literatura portuguesa

Sara Maia

Uma obra que vale a pena ler. Um clássico da literatura portuguesa que não deixa de ser intemporal.

um clássico sempre actual

Daniela Trovisco

Esta obra é um dos clássicos de literatura portuguesa. É cativante, de fácil leitura e prende o leitor à historia. Também nós acabamos por nos ver envolvidos na história de amor de Carlos e Cecília. É uma obra harmoniosa, leve e muito bonita. Júlio Dinis, um contemporâneo de Eça de Queirós, é um autor de quem estou a gostar muito de conhecer e o qual pretendo aprofundar mais no seu mundo literário.

SOBRE O AUTOR

Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre romantismo e realismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.

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