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O Mandarim eBook

de Eça de Queirós
Livro eBook
Editor: Porto Editora, outubro de 2021 ‧
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Ebook para wook reader
Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade.

A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China. É uma obra que pertence ao sonho, não à realidade, mas que caracteriza fielmente a tendência mais natural, mais espontânea do espírito português.

O Mandarim

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-67353-4
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: outubro de 2021
Idioma: Português
Páginas: 96
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Clássicos Porto Editora
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

a riqueza fácil traz culpa, vazio e infelicidade.

Liliana Sobreira

Comprei para o meu filho ler nas aulas de português do oitavo ano e acabei por ler também. É uma obra interessante que nos faz refletir sobre o comportamento humano. Uma linguagem um pouco “cara” para miúdos de oitavo ano, na minha opinião, o que pode tornar a leitura mais difícil em alguns momentos. Ao longo da história, o autor critica fortemente a ganância humana, mostrando como o desejo pelo dinheiro fácil pode levar a decisões erradas e à perda de valores. Também é evidente a hipocrisia da sociedade, pois as pessoas tratam o protagonista de forma completamente diferente conforme ele tem ou não riqueza. Além disso, a obra denuncia a corrupção, tanto moral como social, revelando um mundo onde o dinheiro tem mais importância do que o caráter. Apesar de algumas dificuldades na linguagem, o livro transmite uma mensagem importante: a riqueza fácil traz culpa, vazio e infelicidade.

O Mandarim - clássico

Teresa Gomes

Versão aprovada para leitura em sala de aula. Essencial da literatura portuguesa.

A maestria de Eça

Margarida Guerreiro

O brilhantismo de Eça de Queiroz transpira através das suas mais simples obras, e esta não é exceção. Desta obra sobressai, como em quase todas elas, a maestria com que Eça nos pinta uma imagem, um cenário, uma cena tão vívida que continua em movimento mesmo depois do fim. Nesta história o fantasiado mistura-se com a realidade quase sem esforço e a crítica feita à sociedade certamente não nos passa ao lado.

Gloriosa fantasia

Carmo Santos

O Mandarim, foi escrito na fase pós realista do autor, quando Eça se propõe escrever ”um conto fantasista e fantástico”. Um conto com um desencantado protagonista, um convincente Diabo, um obstinado fantasma, e façanhas aparatosas a abrilhantar uma história de ambição e remorso. O livro é pequeno, mas Eça fez desta historieta um espantoso exemplo de boa escrita, graças ao seu vocabulário absurdamente amplo, que ostenta em admiráveis rasgos de ironia e conhecimento.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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