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O Crime do Padre Amaro

de Eça de Queirós
Editor: Editorial Presença, outubro de 2005 ‧
15,90€
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Com base nas edições críticas publicadas pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda sob a coordenação do Professor Carlos Reis, a Presença dá a conhecer ao público em geral o texto que corresponde à última vontade do autor fixado em edição corrente. A partir deste critério foram já publicados O Mandarim, A Capital , Alves e Cª e A Ilustre Casa de Ramires.

Publicado pela primeira vez em 1875 nos fascículos da Revista Ocidental, O Crime do Padre Amaro apresentou três versões definitivas, sendo a última a que serviu de base a esta edição. Agora o leitor tem a confiança de ler a versão definitiva de Eça de Queirós, atentamente revista e rigorosamente fixada ao alcance do vastíssimo público que aprecia Eça. Narrado na terceira pessoa, a acção decorre em Leiria, local onde o padre amaro, jovem protagonista do romance, conhece Amélia, pela qual se enamora, iniciando um relacionamento proibido, longe dos olhares da Igreja. Na realidade, Amaro não se preocupava com a reprovação de outros elementos do clero, que à sua semelhança, mantinham relações conjugais. Este é pois um retrato corrosivo sobre o celibato do clero, uma denúncia ao provincianismo, à superficialidade profissional, ao vazio interior dos padres e ao culto das falsas aparências. Uma edição corrente, sem aparato crítico, de grande qualidade, de um dos maiores romancistas de sempre.

O Crime do Padre Amaro

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722334594
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: outubro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 229 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 424
Tipo de produto: Livro
Coleção: obras de eça de queiros
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722334594
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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