10% de desconto

O Mandarim

de Eça de Queirós
Editor: Editorial Presença, abril de 2003 ‧
10,90€
10% DESCONTO CARTÃO
Sinopse: O Mandarim inicia uma colecção destinada a publicar as obras de Eça de Queirós numa nova edição, que oferece ao público textos fixados em função de um estudo comparativo das várias edições existentes. O leitor, terá assim acesso, em edições correntes, ao texto fixado pela edição crítica das obras de Eça de Queirós, levada a cabo pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda. O Professor Carlos Reis é o responsável pela coordenação geral, assim como pelas introduções, prefácios e notas ao texto. Publicado pela primeira vez em folhetim, no Diário de Portugal, em 1880, O Mandarim transporta-nos a Oriente, cenário exótico do imaginário queirosiano, que serve de pano de fundo à história de Teodoro, um pacato amanuense do Ministério do Reino. Vítima de uma tentação aguçada por um Diabo, a de pôr fim aos dias de um abastado mandarim chinês, Teodoro constitui-se o directo detentor de uma fortuna. Enriquece, embora viva condenado a transportar eternamente na consciência o mais corrosivo dos legados: o remorso. Empreende uma viagem «purificadora» à China, mas nem isso lhe devolve a paz que a avareza gulosa lhe havia roubado. Eça prima pela descrição simbólica e caricatural das personagens e ambientes, ao mesmo tempo que aplica a exacta pitada de sátira à condição humana.

O Mandarim

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722328005
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 229 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: obras de eça de queiros
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722328005
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU