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Alves & Cª

de Eça de Queirós
Editor: Editorial Presença, abril de 2003 ‧
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Sinopse: Este é o terceiro volume a integrar «Obras de Eça de Queirós», uma colecção que restitui a muitos dos textos deste grande clássico da nossa literatura, a pureza das versões expurgadas de intervenções que deturpam a intencionalidade de Eça. Alves & Cª foi um relato que o autor deixou inédito e que só em 1925 viria a ser publicado, após ter sofrido as discutíveis "correcções" do filho do escritor. O tema, recorrente na obra de Eça, é o adultério, mais precisamente o adultério feminino aqui enriquecido por reflexões, nucleares em toda a produção posterior, sobre estereótipos sociais. Sem ser uma das obras mais relevantes de Eça, revela a interessante ultrapassagem do Realismo e do Naturalismo para um realismo psicológico em que os factos são filtrados pela subjectividade da personagem fulcral.

Alves & Cª

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722331012
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 233 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: obras de eça de queiros
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722331012
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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