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O Complexo de Portnoy

de Philip Roth

editor: Dom Quixote, junho de 2010
Esta é a famosa confissão de Alexander Portnoy, impelido ao longo da vida por uma sexualidade insaciável, mas ao mesmo tempo refreado pela mão de ferro de uma infância inesquecível.

«O dom de Philip Roth para a fantasia, os seus diálogos sublimes, a sua arte de evocar lugares e ambientes, fazem de O Complexo de Portnoy uma obra simultaneamente hilariante, escabrosa e profundamente comovente.»
Financial Times

«Um monólogo hilariante que já enriqueceu a literatura americana com um novo protótipo... Quem guarde alguma memória do mistério insondável e da farsa humilhante que é crescer irá achar este livro de leitura compulsiva. E ainda por cima é abençoada e descontroladamente divertida.»
Spectator

«Alexander Portnoy é uma grande personagem cómica. Vai ser para muitos leitores o que a mãe foi para ele: A Personagem Mais Inesquecível Que Alguma Vez Conheci.»
New Statesman

«O mais delirantemente divertido livro sobre sexo até hoje escrito.»
Guardian

O Complexo de Portnoy

de Philip Roth

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722040846
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: junho de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 236 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Universal
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722040846
e e e e e

Quase obsceno (à epoca) e extraordinariamente divertido.

Paulo Guedes

Embora exista uma linha erotica bem presente ao longo do livro, não é somente de sexo que fala este texto. O livro expõe antes de tudo a rejeição do dever e a tentativa determinada e fútil do personagem de se libertar da responsabilidade e da culpa. Roth usa como ninguém a sua própria vida, o seu quotidiano, numa mistura explosiva de assuntos que nos fazem pensar sobre varias prespectivas. Um livro que é um marco na carreira do autor. Imprescindivel.

e e e e e

Um clássico com diálogos sublimes

Ana C

Um livro absolutamente essencial para conhecer a obra de Philip Roth. Num registo ora divertido, ora dramático, Roth apresenta-nos o advogado nova-iorquino Alexander Portnoy (narrador-protagonista) que, numa longa confissão no divã do seu psicanalista, discorre sobre o seu passado, sobre os problemas e perversões sexuais que o continuam a atormentar. Um corajoso clássico da literatura perfeitamente atual e realista. Altamente recomendado.

e e e e E

Inteligente

Luís B. Santos

Escrever sobre sexo não será fácil. Sobre si próprio pior. Mas com o humor que transparece e faz transbordar da escrita, só alguém muito inteligente será disso capaz. A escrita não é simples, mas é hilariante muito do que se lê.

e e e e e

Hilariante!

Vânia

Todo a narrativa é uma longa confissão de Alexander Portnoy sobre a sua vida. Os seus medos, frustrações e os seus desenfreados impulsos sexuais enquanto pessoa nascida e criada numa comunidade judaica são expostos no divã da psicanálise. É um livro hilariante, com momentos de humor e, ao mesmo tempo, escrito numa linguagem crua sem medo de ferir susceptibilidades.

Philip Roth

Escritor norte-americano, Philip Milton Roth nasceu a 19 de março de 1933, na cidade de Newark, no estado da Nova Jérsia e faleceu a 22 de maio de 2018, em Nova Iorque. Filho de um mediador de seguros de origem austro-húngara, tornou-se num grande entusiasta de baseball aos sete anos de idade. Descobriu a literatura tardiamente, aos dezoito.
Após ter concluído o ensino secundário, ingressou na Universidade de Rutgers mas, ao fim de um ano, transferiu-se para outra instituição, a Universidade de Bucknell. Interrompeu os seus estudos em 1955, ao alistar-se no exército mas, lesionando-se durante a recruta, acabou por ser desmobilizado. Decidiu pois retomar os seus estudos, trabalhando simultaneamente como professor para poder prover ao seu sustento, tendo-se licenciado em 1957, em Estudos Ingleses.
Inscreveu-se depois num seminário com o intuito de apresentar uma tese de doutoramento, e perdeu o entusiasmo, desistindo deste seu projecto em 1959. Preferindo dar início a um esforço literário, passou a colaborar com o periódico New Republic na qualidade de crítico de cinema, ao mesmo tempo que se debruçava na escrita do seu primeiro livro, que veio a ser publicado nesse mesmo ano, com o título Goodbye, Columbus (1959). A obra constituiu uma autêntica revelação, comprovada pela atribuição do prémio literário National Book Award. Mereceu também uma adaptação para o cinema pela mão do realizador Larry Peece.
Seguiram-se Letting Go (1962) e When She Was Good (1967), até que, em 1969, Philip Roth tornou a consolidar a sua posição como romancista através da publicação de Portnoy's Complaint (1969, O Complexo de Portnoy), obra que contava a história de um monomaníaco obcecado por sexo. O autor passou então a optar por fazer reaparecer muitas das suas personagens em diversas narrativas. Depois de The Breast (1972), romance que aludia à Metamorfose de Franz Kafka, David Kepesh, o protagonista que se via transformado num enorme seio, torna a figurar em The Professor Of Desire (1977) e em The Dying Animal (2001). Um outro exemplo de ressurgência é Nathan Zuckermann, presente em obras como My Life As A Man (1975), Zuckermann Unbound (1981), I Married A Communist (1998, Casei Com Um Comunista ) e The Human Stain (2000).
Tendo dado início a uma carreira docente em meados da década de 60, e que incluiu a sua passagem por instituições como as universidades de Princeton e Nova Iorque, Philip Roth encontrou muita da sua inspiração em incidentes e ambientes da vida académica.
Em 1991 publicou um volume dedicado à história da sua própria família, Patrimony , trabalho que foi galardoado com o National Critics Circle Award no ano seguinte, uma entre as muitas honrarias concedidas ao autor.
Em 1997, Philip Roth ganhou Prémio Pulitzer com Pastoral Americana. Em 1998 recebeu a Medalha Nacional de Artes da Casa Branca e em 2002 o mais alto galardão da Academia de Artes e Letras, a medalha de Ouro da Ficção, anteriormente atribuída a John dos Passos, William Faulkner e Saul Bellow, entre outros. Ganhou duas vezes o National Book Critics Award.
Em 2005, A Conspiração contra a América recebeu o prémio da Sociedade de Historiadores Americanos pelo «excecional romance histórico sobre um tema americano, relativo a 2003-2004», e foi considerado Melhor Livro do Ano por inúmeras publicações, entre elas: New York Times Book Review, San Francisco Chronicle, Boston Globe, Chicago Sun-Times, Los Angeles Times Book Review, Washington Post Book World, Time e Newsweek. No Reino Unido, Recebeu ainda o W.H. Smith Award para Melhor Livro do Ano.
Em 2011 recebe o Man Booker International Prize, prémio que procura destacar a influência de um escritor no campo da literatura. Trata-se de um reconhecimento do trabalho pessoal, e não de uma obra sua em particular. No ano seguinte, recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias, a maior distinção de Espanha.

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