Património
Uma História Verdadeira
de Philip Roth
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Sobre o livro
Sobre o Livro
Sinopse
Património, uma história verdadeira toca nas emoções ainda com
mais profundidade do que qualquer outra obra do autor.
Roth assiste à batalha que o seu pai - famoso pelo seu vigor, charme
e pelo seu repertório de recordações de Newark - trava com o
tumor cerebral que o irá matar. O filho, repleto de amor, ansiedade
e medo, acompanha-o em cada atemorizante estádio da sua
provação final e, ao fazê-lo, revela o apego à vida que marcou o
compromisso longo e teimoso do seu pai com a vida.
Críticas de imprensa
«Património não se limita, porém, a ser um livro sobre a morte ou sobre o fim sujeito ao sofrimento e à dor físicas. É também, e sobretudo, sobre a descoberta do amor alicerçado nas boas e más memórias partilhadas (neste caso na judaica Newark) e na fisicalidade dos laços que unem os seres humanos. [...] Acabada a leitura, eis aquilo a que poderíamos chamar, indecorosamente, um grande texto.»
Ana Cristina Leonardo, Expresso
«É quando Roth coloca a narração ao serviço da reflexão (sobre a América, sobre a morte, sobre a impotência de se ser homem) que ele ascende à categoria de escritor maior e começa a ombrear, não com os mestres americanos (à excepção de Faulkner ele não tem competição), mas sim com os russos. O momento e que se dá essa transformação não é, curiosamente, na ficção, mas na biografia e exactamente em Património.»
João Bonifácio, Público
«Uma história verdadeira, sim, mas contada com toda a poderosa autoridade e perspicaz ordem narrativa de um escritor maior.»
Sunday Times
Ana Cristina Leonardo, Expresso
«É quando Roth coloca a narração ao serviço da reflexão (sobre a América, sobre a morte, sobre a impotência de se ser homem) que ele ascende à categoria de escritor maior e começa a ombrear, não com os mestres americanos (à excepção de Faulkner ele não tem competição), mas sim com os russos. O momento e que se dá essa transformação não é, curiosamente, na ficção, mas na biografia e exactamente em Património.»
João Bonifácio, Público
«Uma história verdadeira, sim, mas contada com toda a poderosa autoridade e perspicaz ordem narrativa de um escritor maior.»
Sunday Times
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Opinião dos leitores
Detalhes do produto
Detalhes do Produto
Património
ISBN: 9789722029926Edição ou reimpressão: 02-2008Editor: Dom QuixoteIdioma: PortuguêsDimensões: 159 x 240 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 216Tipo de Produto: Livro
Coleção:
Ficção Universal
Classificação Temática:
Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
Sobre o autor
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Editora da Universidade do Porto
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Na linha de outras pbras de Roth, certamente um bom romance. Certamente porque ainda não tive oportunidade de o ler, embora globalmente tenha "olhado" para a respetiva narrativa.
Este romance devia ser de leitura obrigatória. Emocionei-me tanto com esta história que, momentos houve que tive de pousar o livro e "respirar". Identifiquei-me muito com as situações descritas e, isso tocou-me muito. Está aqui uma escrita muito humana e realista. Adoro este autor. E só tenho pena que já tenha partido. Felizmente deixou-nos uma obra muito rica. Os escritores deviam ser eternos, porque com as suas obras, às vezes ajudam-nos a ultrapassar fases da nossa vida.
Neste livro Philip Roth escreve, na primeira pessoa, sobre a doença do seu pai. Os primeiros sintomas, o diagnóstico, o evoluir da doença, as recordações do passado e as decisões a tomar, perante um futuro, que se adivinha curto e do qual não há como fugir. De uma forma simples, realista e sem tabus mostra como uma pessoa ágil e dinâmica vai perdendo as suas capacidades, o declínio na linha da vida, o aproximar do fim. É um livro forte em sentimentos, emotivo e denso, realista e muito franco, que nos deixa em silêncio. Talvez, porque nos leva a confrontar com um assunto do qual, mais tarde ou mais cedo, teremos de lidar nas nossas próprias vidas, a morte dos que nos são queridos. Gostei bastante e recomendo a sua leitura!
De realçar a clareza emocional com que Roth nos conta uma "história" que é a sua, da sua família, do seu pai, mais concretamente. Agora um homem de 86 anos, fraco, doente, Herman continua firme como no passado - vertical e íntegro, mesmo quando a morte está tão perto, mesmo quando há decisões a tomar sobre ela. O passado volta em forma de recordações vivas, momentos entre pai e filho que agora têm oportunidade de "reviver" juntos Os diálogos primorosos, as descrições que fazem do leitor um observador participativo, através do despertar das suas próprias emoções seriam razões suficientes para recomendar a sua leitura. Mas é sobretudo o indizível,o que está por dentro das palavras que me faz propor a leitura deste livro.