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O Homem que Sabia Contar

de Malba Tahan; Tradução: Maria das Mercês Peixoto

editor: Editorial Presença, abril de 2001
A combinação perfeita entre o mundo das letras e o universo dos números.
Um humilde pastor persa do século XIII, Beremiz Samir, exímio no exercício da arte de calcular, é o protagonista deste livro. O enredo ambienta-se no exotismo do Médio Oriente, mesclando aspectos da cultura islâmica, da herança grega e de outras grandes culturas com curiosidades da matemática e reflete com fascinante realismo o clima filosófico, religioso e social da época. No universo narrativo são integrados curiosos problemas e enigmas matemáticos e lógicos, aparentemente complicados mas sempre iluminados pela simplicidade dos raciocínios que lhes proporcionam solução, desvendados por Beremiz, o personagem com habilidade e raciocínio lógico. A acção termina com a tomada de Bagdad pelos mongóis, no ano de 1258 da nossa era, marco histórico que assinala o fim da hegemonia árabe no Médio Oriente.
O leitor aprende a matemática pela história, e a história pela matemática.

O Homem que Sabia Contar

de Malba Tahan; Tradução: Maria das Mercês Peixoto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722327800
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 229 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Coleção: Grandes Narrativas
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722327800
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Um clássico

E. Ferreira

Li esse livro quando era miúda, e comprei-o para oferecer a minha filha, que já é uma apaixonada pela matemática. Recomendo.

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2 homens que sabiam contar

Eduarda Bandeira

De facto, trata-se de dois homens que sabem contar: um aritmeticamente e o outro por palavras. Sendo o protagonista um viajante na estrada de Bagdad, somos irremediavelmente remetidos para uma atmosfera de "mil e uma noites", com califas, xeques, escribas, sábios e poetas, palácios e souks. Mas desta vez, todas as histórias, interligadas, são problemas e equívocos matemáticos. E é realmente preciso saber contar para que tudo siga uma lógica narrativa e cada episódio que coloca um novo desafio matemático flua na história. É uma provocação ao nosso raciocínio. Malba Tahan (ou seja, Júlio César de Mello e Souza) explica em apêndice as ambiguidades das questões e a sua resolução. Gostei muito

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5 estrelas

P. B. T.

Gostaria que alguém me tivesse recomendado este livro quando comecei a ter desentendimentos com a matemática na escola secundária.. Li-o já adulta e gostei muitíssimo. Agora resolvi oferecê-lo para provocar uma boa surpresa à leitora àvida que é a minha afilhada. Tenho muita pena de que outros livros deste autor se encontrem esgotados porque há muito os teria lido à procura do mesmo prazer que me deu O Homem que Sabia Contar.

Malba Tahan

Malba Tahan é o pseudónimo do escritor brasileiro Júlio Cesar de Mello e Souza (1895-1974) que encantou várias gerações de leitores, em livros como O Homem Que Calculava, Lendas do Céu e da Terra, Lendas do Povo de Deus e Mil Histórias Sem Fim. Foi dos livros deste autor que Paulo Coelho retirou a inspiração e muitas das ideias que usou nos seus livros. Foram as lendas do deserto, dos céus e das terras e as mil histórias intermináveis que o povo árabe conta, presentes na obra de Tahan, que estiveram na base da criação de O Alquimista.

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