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O Jogo do Mundo

Rayuela

de Julio Cortázar; Tradução: Alberto Simões

Livro eBook
editor: Cavalo de Ferro, abril de 2008
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O amor turbulento de Oliveira e da «Maga», os amigos do Clube da Serpente, as caminhadas por Paris em busca do Céu e do Inferno, têm o seu outro lado na aventura simétrica de Oliveira, Talita e Traveler, numa Buenos Aires refém da memória.

A publicação de «O jogo do mundo» (Rayuela) em 1963 foi uma verdadeira revolução no romance mundial: pela primeira vez, um escritor levava até às últimas consequências a vontade de transgredir a ordem tradicional de uma história e a linguagem usada para a contar. O resultado é este livro único, cheio de humor, de risco e de uma originalidade sem precedentes.

Considerado o romance que melhor retrata as inquietudes e melhor resume o Século XX na visão latino-americana do mundo, desde a sua publicação, gerações de escritores são, de uma maneira ou de outra, devedoras de «O jogo do mundo».

« "Rayuela" / "O Jogo do Mundo" não é só o livro mais ambicioso e mais célebre do argentino Cortázar, nem é só um dos livros que, entre "Pedro Páramo" (1955), de Juan Rulfo, e "Cem Anos de Solidão" (1967), de Gabriel Garcia Márquez, ajudou decisivamente a "canonizar" a moderna literatura em castelhano das Américas, com boom ou sem ele. Num século (XX) de desvairadas "vanguardas" e experimentações, "Rayuela" é (independentemente da língua) um dos romances que mais "experimentou" e que consegui sobreviver à experiência. Com consciência crítica dela, com método e ironia.»
Mário Santos, Público

«O Jogo do Mundo é o jogo perfeito das palavras.»
Diário de Notícias

«O Jogo do Mundo é uma obra-prima.»
Expresso

«O fascínio que fez deste livro um monumento literário único e mítico para legiões de leitores e escritores, mantém-se intacto.»
Time Out

O Jogo do Mundo

Rayuela

de Julio Cortázar; Tradução: Alberto Simões

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896230791
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: abril de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 240 x 42 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 632
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896230791
e e e e e

o jogo da leitura

Joana Leitao

Maravilhoso! Um dos escritores mais brilhantes que passou na terra. Como toda a sua obra, este é mais um livro imperdível e fantástico. A particularidade de o podermos ler de duas maneiras diferentes torna-o único. Pode ler de fio a pavio, ou de acordo com as indicações do autor, seguindo a ordem esquemática apresentada. Este escritor nunca desilude, a sua voz é grande e reconhecível, sarcástica, crítica e com muito humor. Música, críticas socias ou políticas e amor nunca faltam nas suas fantásticas histórias. Obrigatório em qualquer biblioteca.

e e e e E

Os dados estão lançados

Bernardo Gonçalves de Faria

Trata-se, de facto, de um jogo. Começando logo por decidir que caminho escolher: ou ler de seguida até uma certa parte, ou seguir uma ordem aleatória proposta pelo escritor, ou, se nos der na gana, de o percorrer como bem entendamos. Trata-se, de facto, de um jogo. Os dados estão lançados, o atrevimento é avançar da primeira casa.

e e e e E

Cheque Mate

Fernando Braz

O fervilhar dos cafés de Paris, das ideias e dos sentires e o regresso insano às origens, tudo fundido num obsidiante mate -não muito distinto do de Lisandro Lopes em "Los Muertos"-, num verde de existir, iluminado por velas quando a chuva fustiga a janela: assim é este Jogo (sinuoso) do Mundo.

e e e e e

Clássico.

D.

Um clássico que nos agarra na primeira página. Gostei imenso.

Julio Cortázar

Escritor argentino, Julio Cortazár nasceu a 26 de agosto de 1914, em Bruxelas, na Bélgica, durante uma viagem de negócios empreendida pelos seus pais. Em 1918 a família regressou a Buenos Aires, onde Cortázar veio a estudar, obtendo, em 1935, habilitações como professor do ensino secundário pela Escuela Normal de Professores Mariano Acosta. Ingressou depois na Universidade de Buenos Aires e deu aulas nas escolas secundárias de Bolívar, de Chivilcoy e de Mendonza.
Em 1944 conseguiu uma posição como professor de Literatura Francesa na Universidade de Cuyo, em Mendonza, onde se envolveu numa manifestação contra a política populista e sindicalista de Juan Domingo Peron, pelo que foi encarcerado. Posto em liberdade pouco tempo depois, viu, no entanto, vedada a sua carreira académica. Assumiu então, e em 1946, a direção de uma editora em Buenos Aires, funções que desempenhou até 1948, altura em que completou a sua licenciatura em Direito e Línguas. Cortázar passou então a trabalhar como tradutor.
Em 1949 publicou a sua primeira obra digna de interesse, Los Reyes, um longo poema narrativo em que utilizava arquétipos como o Minotauro e o Labirinto de Creta. Em 1951, época em que o regime de Peron se estabelecia como ditadura, publicou numa revista mantida por Jorge Luis Borges, a Los Anales de Buenos Aires, a sua primeira coletânea de contos, com o título Bestiário (1951).
Nesse mesmo ano, e em resultado das perseguições que lhe foram movidas, o autor optou pelo exílio, mudando para Paris, cidade que não mais abandonaria. A partir de 1952 passou a trabalhar para a UNESCO como tradutor independente.
Continuou a publicar coletâneas de contos, como Final de Juego (1956), Las Armas Secretas (1959), obra que viria a ser adaptada para cinema pelo realizador italiano Michelangelo Antonioni, com o título Blow Up, em 1966. Em 1960 consagrou-se também como romancista, com o aparecimento de Los Premios, obra em que contava o rumo de um grupo de pessoas que ganham como prémio de lotaria um cruzeiro-surpresa. O seu romance mais conhecido, Rayuela, seria publicado em 1963. A obra, original e imaginativa, influenciou significativamente a literatura da América Latina.
Em 1973 empreendeu uma longa viagem pela América do Sul, visitando países como o Peru, o Equador, o Chile e a Argentina, como investigador das violações dos direitos humanos no continente, apoiando, com os ganhos resultantes da venda das suas obras, os Sandinistas e as famílias de prisioneiros políticos.
Em 1975 lecionou, como professor convidado, nas Universidades de Oklahoma e do Barnard College de Nova Iorque. Em 1981 tomou a nacionalidade francesa e, dois anos depois, foi-lhe autorizado visitar de novo a Argentina.
Faleceu a 12 de fevereiro de 1984, em Paris. Embora seja geralmente aceite como causa da sua morte uma leucemia, existe também a opinião de que o autor tenha sido vítima de SIDA, nesse tempo ainda não diagnosticável.

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