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O Leitor do Comboio

de Jean-Paul Didierlaurent

editor: Clube do Autor, março de 2017
De que forma os livros podem mudar uma vida?
O poder dos livros através da vida das pessoas que eles salvam. Uma obra que é um hino à literatura, às pessoas comuns e à magia do quotidiano.
Jean-Paul Didier Laurent é um contador de histórias nato. Neste romance, conhecemos Guylain Vignolles, um jovem solteiro, que leva uma existência monótona e solitária, contrariada apenas pelas leituras que faz em voz alta, todos os dias, no comboio das 6h27 para Paris.
A rotina sensaborona do protagonista desta história muda radicalmente no dia em que, por mero acaso, do banquinho rebatível da carruagem salta uma pendrive que contém o diário de Julie, empregada de limpeza das casas de banho num centro comercial e uma solitária como ele… Esses textos vão fazê-lo pintar o seu mundo de outras cores e escrever uma nova história para a sua vida.
O Leitor do Comboio revela um universo singular, pleno de amor e poesia, em que as personagens mais banais são seres extraordinários e a literatura remedia a monotonia quotidiana. Herdeiro da escrita do japonês Haruki Murakami, dotado de uma fina ironia que faz lembrar Boris Vian, Jean-Paul Didierlaurent demonstra ser um contador de histórias nato.

O Leitor do Comboio

de Jean-Paul Didierlaurent

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897243462
Editor: Clube do Autor
Data de Lançamento: março de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 196
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897243462
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Um livro simples mas surpreendente

Tiago Ribeiro

Este livro, comprado apenas pela capa chamativa e pela sinopse, surpreendeu-me muito pela positiva. Uma história interessante, com alguns plot twists que me apanharam de surpresa. A história poderia ser mais desenvolvida, tem algumas pontas soltas que poderiam dar histórias interessantes, mas em nada tira à qualidade do livro.

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Extraordinário na simplicidade

Paulo Cruz

Vidas banais, pessoas simples mas personagens memoráveis com uma riqueza espiritual enorme. A história é contada de forna original e prende desde o início. A importância dos livros e da palavra no relacionamento humano. Penso que a tradução para português está ótima e espero que os restantes livros do autor possam vir a ser a ser editados por cá.

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O Livro e a Palavra

Ana

Há livros que contam histórias com e sobre livros, o livro como protagonista, quase personagem, não há novidade nisso. Para nós, a novidade foi como o autor nos envolve na questão existencial do livro físico, como vítima inocente do consumismo, como potenciador de uma sobrevivência reconfortada/reconfortante da pessoa, como potencial vaso comunicante entre pessoas (como pode ser o caso desta presente missiva). Ler em voz alta o que seja oferecido numa qualquer folha de um qualquer livro, como quando de algum modo estabelecemos um qualquer contacto com quem nos cruzamos, por mais superficial que seja, é também um ato heroico de sobrevivência, nos nossos pequenos mundos em que tanta gente somos e tão sós é fácil ficarmos, como todos esses livros perdidos e não tocados. Capa excelente, esteticamente e graficamente interessante, funcional e complementar à narrativa deste longo conto, e de apreciação em várias camadas, tal como quando estamos perante uma obra de arte, inclusive à medida que vamos lendo o conteúdo, que ela tão bem alberga, acolhe, como se um ninho fosse.

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Lindo!

Os Livros da Lena

Um homem que retira do seu tempo comum nesta terra para se tornar autor de um único livro, sobre amor, acima de tudo, aos livros e à leitura, merece, desde logo, o meu apreço. E quando junta a empatia pelo próximo e a conexão ao que é ser humano, por mim já ganhou. O que fariam se o vosso trabalho, por impossibilidade de ser outro, fosse destruir uma das coisas que mais amam na vida. E sim, falo de livros. Que sacrilégio! Mas atentem no facto de, algures na podridão da Humanidade, essa já ter sido a função de alguém. De vários alguéns. Será assim tão inverosímil conceber o que até já aconteceu, e mais que uma vez? E os livros destruídos que não se vendem?! Falemos desses também! Falemos da importância de comprar livros. Calma! Quando se possa e faça sentido nas nossas vidas livrescas, como é óbvio, ó moralismos das carteiras e hipocrisias dos consumismos! Pois é de tudo isto que falamos neste livro. E, acima de tudo, de amor. De um ser altruísta com um dos trabalhos mais hediondos à face da Terra - aos meus olhos de leitora - e que tenta, por portas e travessas, levar os livros e o amor que lhes tem a quem dele partilha. E que pedaço de literatura maravilhoso. Que personagens vibrantes, vivas, prementes!

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Recomendo!

Cátia Pereira

É impossível não gostar deste livro, ainda mais quando se é apaixonada por livros. Recomendo vivamente, lê-se num ápice e vale muito a pena.

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Fabuloso!

Liliana Carvalho Um Blog entre Bibliotecas

Bem.... que leitura original! Divertida e introspectiva! Arrepiante para qualquer amante de livros, visto que a profissão da personagem principal é destruir livros, para reciclagem, através de uma horrível máquina devoradora de livros... Cada personagem desta narrativa é caricata e fascinante, é uma leitura electrizante, nunca tinha lido nada deste género, estou profundamente encantada! E o humor? Absolutamente delicioso! Carregado de ironia, humor negro e uma satisfatória crítica social, é uma leitura verdadeiramente fora do comum, inesquecível, que nos deixa com um sorriso nos lábios e as emoções à flor da pele. Temos aqui um leque mirabolante de personagens inesquecíveis, e está escrito de uma forma muito nua, crua e humana, emotiva e chocante. É incrível como simples acontecimentos do quotidiano são expostos e explorados de uma forma tão intensa e intima, que nos deixam profundamente marcados, é como estarmos a olhar para um espelho e para uma janela ao mesmo tempo... Fabuloso!

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Uma viagem sublime!

Joaquim Duarte

Daqueles livros que destaco e com quem convivi ao longo da minha vida de leitor foi “O Leitor do Comboio” de Jean – Paul Didierlaurent. Como na História interessa-me “as pessoas comuns e a magia do quotidiano”. Neste livro descobrimos que as pessoas simples escondem um mundo extraordinário como aquele funcionário discreto e apagado, Guylain Vignolles que dedica os seus dias a alimentar o ventre de uma máquina devoradora de livros. Estamos perante a rotina de um anti-herói e o "tempo perdido" para este livro foi um tempo ganho, porque vivemos por algumas horas um universo singular, pleno de amor e poesia, em que personagens banais são seres extraordinários.

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Fenomenal

Joana Leitão

Uma história genial de um passageiro de comboio que resolve ser leitor, na sua carruagem, e animar a pesada viagem matinal, da rotina diária para o trabalho, com trechos de livros que entusiasmam e aguçam a expectativa de quem viaja naquela composição. Essa ideia que seria simples e trivial acabou por tomar proporções generosas e até apaixonantes.

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Recomendo!

Sílvia Fernandes

Gostei tanto deste livro! Adorei a forma como a história é contada...faz-nos mesmo sentir parte do quotidiano sonhador do protagonista. Até comprei a versão original em francês!

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Amor e Candura

Rita França Ferreira

Um do livros das minhas férias de verão. Livro absolutamente delicioso e repleto de carinho. Contudo, não é um livro de lágrima fácil, é sim, um livro engenhosamente bem escrito, com factor surpresa e que espelha em cada palavra o amor na sua essência mais crua.

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"fofinho"

Mary

Uma homenagem à Literatura e ao poder das palavras, quer sejas escritas, quer sejam ditas em voz alta.

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Encantador

Lazer: leituras de A a Z (Ana Vieira)

Um pequeno livrinho que me tocou no coração, uma escrita diferente do habitual, um autor que coloca quase que poesia nas palavras para descrever as mais singelas coisas da vida, como casas de banho públicas. Uma história comovente de um homem de 36 anos que tem um trabalho onde executa a mais dura das tarefas para si (destruir livros), levando uma vida aparentemente desinteressante, à excepção dos minutos em que lê em voz alta no comboio para os vários desconhecidos que o cercam. Um dia encontra uma pen drive no comboio, lê avidamente o que descobre ser uma espécie de diário de uma empregada de limpezas que, como ele, adora ler e também escrever, e se enamora por ela. Guylain tenta então encontrar quem será essa mulher de 28 anos de seu nome Julie... Adorei e recomendo a leitura deste autor, para mim até à data desconhecido mas cuja forma de escrever me cativou pela simplicidade de dois seres humanos que levam vidas banais mas que são felizes durante a escrita/leitura, o que me faz aproximar bastante destas duas personagens, tendo eu criado uma enorme empatia por elas. Existe também um pouco de humor na sua narrativa. Este foi daqueles livros que quando cheguei à última página disse para mim mesma: -"O quê? Já?! A última???" ... Eu pessoalmente gostaria muito de ser atendida pelo autor no decurso das suas funções profissionais, acho que deve ser uma pessoa muito empática! E vou querer ver o filme quando este livro for adaptado ao cinema! Ansiosamente à espera ;-)

Jean-Paul Didierlaurent

Jean-paul Didierlaurent é romancista e novelista.

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