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O Fantasma de Canterville e outros contos

Livro de Bolso

de Oscar Wilde
Editor: BIS, setembro de 2013 ‧
7,50€
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O Fantasma dos Canterville é uma história divertida onde o grande escritor de língua inglesa parodia as velhas lendas de fantasmas ao mesmo tempo que leva o leitor a refletir sobre questões tão sérias como o bem, o mal, o amor, a morte e as relações entre pessoas de diferentes culturas, ou, no caso do próprio Fantasma, de diferentes mundos.
Notavelmente traduzido por Jorge Silva Melo, neste livro estão incluídos os contos O Pescador e a Sua Alma, O Dia de Anos da Infanta, A Esfinge sem Segredo e O Crime de Lorde Arthur Saville.

O Fantasma de Canterville e outros contos

Livro de Bolso

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896603021
Editor: BIS
Data de Lançamento: setembro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 123 x 190 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789896603021

Uma leitura deliciosa

Helena C Silva

À semelhança de outros contos de Oscar Wilde, esta pequena obra leva-nos numa leitura deliciosa. Leve, com um ligeiro sentido de humor e uma escrita extremamente agradável e envolvente. Li em viagem. Por ser um livro de bolso, composto por pequenos contos, é o ideal para levar na mala e ir lendo nos tempos livres.

Boa organização

RO

O livro é uma compilação de contos do grande Oscar Wilde e, por isso, deve estar presente em qualquer biblioteca - é sempre um grande prazer ler este admirável escritor e este livro torna essa experiência acessível, sobretudo pelo preço. Recomendo vivamente esta pequena coleção de contos de um escritor de admirável qualidade.

Cativante

Joana

Foi o primeiro livro que li do Oscar Wilde e certamente não será o último. Um livro com contos pequeninos mas maravilhosos, com uma leitura fácil. O desenrolar dos contos não é de todo o que estamos à espera. Recomendo vivamente este livro.

Wilde forever

Maria D.

Sem desilusões, aguçado e impressivo. Estilo inconfundível, sempre visceralmente exposto.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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