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A Pérola

de John Steinbeck

Livro eBook
editor: Livros do Brasil, outubro de 2015
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA i
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3.º Ciclo, destinado a leitura autónoma.

História comovente de uma pérola enorme, de como foi descoberta e de como se perdeu, levando com ela os sonhos bons e maus que representava. História também de uma família e da solidariedade especial entre uma mulher, um pobre pescador índio e o filho de ambos. Baseada num conto popular mexicano, A Pérola constitui uma inesquecível parábola poética sobre as grandezas e as misérias do mundo em que vivemos.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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Numa escala de 1 a 10, estes livros são um 11

A fasquia já é alta, mas há quem rebente a escala. De seguida, vai uma lista de livros que têm capacidade para agarrar.

  A Leste do Paraíso John Steinbeck é um dos maiores escritores de sempre e este é um dos seus maiores romances. Quem ali entra tem dificuldade em sair. Em poucas páginas, Steinbeck traça o cenário, e de repente estamos com ele nos solos férteis do vale de Salinas. A partir daí, ficamos muito tempo a acompanhar duas famílias, os Trask e os Hamilton. Acompanhamo-los tanto que quase nos convidam para jantar às suas mesas. Afinal, vamos desde a guerra civil americana ao pós-Primeira Guerra Mundial.
Desengane-se quem julgar que o livro serve apenas – não que fosse coisa pouca – como mecanismo para agarrar os turbilhões da história. Steinbeck é denso, sabe o que faz, atinge neste livro grande maturidade, e é por isso que a familiaridade e empatia com as personagens também agarram o leitor. Entre tudo o que é dado, temos a luta de quem rouba a vida aos dias e o equilíbrio entre irmãos. VER MAIS »








  Werther Este entra na lista pela forma como enganou o mundo. Neste romance de Goethe, Werther, coitado, está apaixonado por Lotte. Podemos dizer que está perdido por ela, na medida em que até da vida se perde. Todo o livro tende para a obsessão e a sublimação, no que muitos leitores não entendam como gozo pelos exageros da época. A literatura, bem se sabe, pode fazer mal a muita gente, e a história de Werther fê-lo sem complacências. Ao ver que todo o amor em pleno não lhe ia servir para nada, Werther disse adeus à vida – e, com ele, fizeram o mesmo alguns leitores Europa fora. VER MAIS » Olive Kitteridge E agora pegamos numa coisa contemporânea e muito divertida. Elisabeth Strout deu vida a Olive, que tem um humor ainda pior do que o meu. Aliado a isto, há um pragmatismo que encanta e desconcerta. Mas o que desconcerta mesmo é a forma como não finge simpatias e não tem paciência para o que não é razoável. A autora soube criar a personagem e mostrá-la de uma forma que a deu em pleno ao leitor. A escrita é rápida, elegante e densa. Tudo é conteúdo. Olive é da mesma forma, e ainda bem que, depois deste volume, Strout escreveu outro, com A segunda vida de Olive Kitteridge. VER MAIS » Escrever Stephen King é mestre do horror, mas vem para aqui por ser mestre da escrita. Neste livro, prova o que já sabíamos: entende o seu ofício como poucos. Ao longo do volume, vai dando pistas sobre as melhores formas de tornar um texto funcional ou uma frase operante, assim como vai explicando de que forma se deve despojar um texto de tudo o que não é essencial. É uma grande lição para quem peja textos de frases escusadas, já que o autor mostra de que forma é necessário pôr egos ou passerelles de vaidade de lado para evitar o ridículo em literatura. VER MAIS » Viver para contá-la Podemos ler a obra dos escritores, o que escrevem sobre a forma como escrevem e, com este livro de García Márquez, podemos ver a vida de quem escreveu quase desde o início e até ao fim. Já em jovem, a escrita era uma missão. É inspirador ver a criança crescer, estudando adolescência fora, treinando a vida adulta dentro. Na vida de García Márquez, mostra-se que o ofício de escrever não acontece por acaso. As musas inspiradoras morreram todas, restou o trabalho lento de juntar letras com a caneta. Foi isso que o autor fez, e pudemos seguir-lhe os passos. VER MAIS »

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Livros que resumem um Nobel

Antes da fúria nas livrarias, há muito tempo a sós, muita apanha de vírgulas em páginas. Na construção desse estádio chamado romance, onde se joga tudo, é possível ganhar-se a atenção, a emoção do mundo inteiro. De seguida, seguem livros que agarram como mãos, que resumem um autor – que vencem um Nobel.

  Ensaio sobre a Cegueira Não surpreende – e tem de estar na lista. Ensaio sobre a cegueira foi publicado pela primeira vez em 1995, poucos anos antes da atribuição do Nobel ao autor. Aqui, Saramago entra a pés juntos num romance pós-apocalíptico e não há como lê-lo sem ver como seria a vida se por acaso fosse outra coisa. Exceto uma mulher, toda a população de uma cidade é atingida por uma epidemia de cegueira branca. O colapso que vem daí é um brilhante jogo de possibilidades, em que caos se apoia no caos até já só haver uma mísera imitação da sociedade anterior. É um livro violento, a que Saramago chamou «300 páginas de constante aflição», e com razão. Ao leitor, cabe ver a sua espécie em bruto quando tem de satisfazer a fome. Quando o desespero impera, a humanidade é uma cinza. COMPRAR NA WOOK »








  A Mãe A Mãe foi publicado em 1933, cinco anos antes de Pearl S. Buck ter recebido o Nobel. A autora, que foi criada na China, evoca o país asiático na maioria das suas obras. É o caso deste romance, em que se descreve a vida simples, quase rudimentar, do povo chinês. No centro, temos a Mãe, que, numa aldeia remota da China, trabalha de sol a sol. Para além da dureza de quem tira o pão da terra, ainda tem a dureza do abandono do marido, que vai tentar a sorte noutro lado. Para trás, fica ela, a vida dura, os três filhos para criar e uma idosa ao seu cuidado. Faz o que tem a fazer, inventa o que tem a inventar em prol da sobrevivência. Despida de artifícios, a prosa vai à matéria, e o leitor vê o cenário – uma vida pesada e solitária, um dia a dia que é combate. Ao quotidiano, a mãe que Pearl S. Buck nos dá tenta roubar outro dia, num retrato poderoso e violento da China rural. COMPRAR NA WOOK » Cem anos de solidão É inesquecível, esta história passada em Macondo, lugar que não existia mas que García Márquez inventou. Com uma árvore genealógica bem arquitetada, García Márquez dá um romance que sabe a real, mesmo que o real tenha magia. José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán fundam Macondo, e a partir daí a vida vai acontecendo, com filhos, netos, bisnetos. A escrita de García Márquez é rica, trazendo emoção a tudo, e em cada página há uma descoberta. Como poucos, o autor colombiano sabe meter nas páginas a temperatura, a humidade, os cheiros. Quando uma personagem sua, o leitor sua também. Publicado em 1967, o romance teve uma tiragem inicial de 10 mil exemplares. Hoje, já conta com mais de 50 milhões de vendas, sendo um grande marco da literatura latina. Quem lê dificilmente resiste à roda-viva: não apenas há o momento mágico em que alguém vê gelo pela primeira vez, como há tragédias, adultérios, obsessões e raivas. É a vida inteira metida na pequena aldeia de Macondo. COMPRAR NA WOOK » A Leste do Paraíso De Steinbeck, pode dizer-se que é um autor que faz entender a América. De Viagens com o Charley, em que o autor se fez à estrada para ver o seu país, a As Vinhas da Ira, em que se mergulha nos efeitos da crise de 1929 nas pequenas famílias de fazendeiros do Oeste dos Estados Unidos, Steinbeck criou sempre retratos que ultrapassavam o que se podia ver no espelho. Em cada página, estava feito o estado de um país. A Leste do Paraíso, publicado em 1952, não só não é exceção como é um excelente exemplo. É um dos mais ambiciosos romances de Steinbeck e conta a história de duas famílias no Vale do Salinas, na Califórnia. Ao vermos a forma como os Hamilton e os Trask se relacionam, também vemos o conflito moral permanente, a escolha quotidiana entre o bem e o mal. Para além de personagens vivas, com quem o leitor se senta à mesa, também há um retrato contundente da região, num livro que parece não deixar pontas por atar. Em vez disso, deixa a vida. COMPRAR NA WOOK » A Festa do Chibo Não é bem uma festa, é mais uma desgraça. Publicado no ano 2000, A Festa do Chibo pega em Rafael Trujillo, que, no poder durante 31 anos, fez o que quis da República Dominicana. Sendo um romance, a liberdade é máxima, e Vargas Llosa quis partir daí para fazer um romance sobre todas as ditaduras. Considerado um semideus por uns, o que fez durar o seu poder, Trujillo era um crápula para outros, e as histórias da sua crueldade chegam a ganhar a dimensão de mito. A palavra Chibo, convém dizer, não foi invenção de Vargas Llosa, que se limitou a recuperar o nome que o povo pôs ao ditador. No romance, um dos maiores do autor peruano, temos a história de uma personagem inventada, para que o livro tivesse mais do que o interior da ditadura, a de uma mulher que volta à República Dominicana nos anos 90, após 30 anos de ausência, e a das atrocidades do ditador, que serão as mais pungentes. COMPRAR NA WOOK »

A Pérola

de John Steinbeck

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-38-2922-8
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: outubro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Coleção: Dois Mundos
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 978972382922823
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e E E

Uma ficção popular

Filipe Seabra

Uma história de ficção que nos faz recordar as fábulas que aprendemos em crianças. Um conto mexicano.

e e e e e

Obrigatório em qualquer biblioteca

Gabriel Valente

A prova que os grandes livros nem sempre são livros grandes.

e e e e e

Um clássico a revisitar

Natacha Marques

Comprei este livro para o meu filho que está no 9º ano e acabei eu a relê-lo. Bom livro, um clássico que realça valores como a solidariedade, a família, o bem e o mal.

e e e e e

O bom e mau que existe no ser humano

Ilda Queirós

Uma grande lição sobre o ser humano, que tem tanto de bom e de mau. As páginas são poucas, mas o conteúdo é grande, outra coisa não seria de esperar de um livro do John Steinbeck.

e e e e e

A Pérola

Helena Maria da Cruz Moreira Correia

Este livro não foi adquirido para eu ler, mas sim para a minha filha pois está no plano de leitura de 9° ano, adorou mas como ela tem o bichinho da leitura, porque eu lhe incuti todos os momentos de pausa que tem, dedicados há leitura.

e e e e E

Uma verdadeira lição

Sofia Martins

Li este livro para acompanhar a leitura obrigatória que o meu filho teve de fazer para a escola. Que maravilhosa descoberta! Neste livro tocam-se em temas mais actuais que nunca, como a lealdade e a ambição desmedida. De uma forma metafórica passa uma mensagem poderosa: a ganância desmedida é o caminho mais directo para minar a nossa vida e a relação com as pessoas à nossa volta. Um livro que vale pelo que nos ensina.

e e e e e

Uma história para a vida

Inês A.

Este livro, não sendo feliz, é um dos melhores que li até hoje. Dá-nos a conhecer e sensibiliza-nos para realidades totalmente diferentes da nossa e mostra as injustiças do mundo entre os países e as pessoas ricas e pobres. A história demonstra que a ambição das pessoas destrói tudo o que têm e o que são e até que ponto vai a maldade e o egoísmo das pessoas, mesmo sem terem qualquer motivo aparente para isso. Esta é sem dúvida uma história inesquecível com um final chocante e arrebatador, que apela à sensibilidade e bom senso de cada um.

John Steinbeck

John Steinbeck nasceu em Salinas, na Califórnia, em 1902, numa família de parcos haveres. Chegou a frequentar a Universidade de Stanford, sem concluir nenhuma licenciatura. Em 1925 foi para Nova Iorque, onde tentou uma carreira de escritor, cedo regressando à Califórnia sem ter obtido qualquer sucesso. Alcançou o seu primeiro êxito em 1935, com O Milagre de São Francisco (Tortilla Flat, na edição original), confirmado depois, em 1937, com a novela Ratos e Homens. A sua ficção está marcada por uma imensa preocupação com os problemas dos trabalhadores rurais e também por um grande fascínio para com a terra. Em 1939, publicaria aquela que, por muitos, é considerada a sua obra-prima, As Vinhas da Ira. Entre os seus livros, destacam-se ainda os romances A Leste do Paraíso (1952) e O Inverno do Nosso Descontentamento (1961), bem como Viagens com o Charley (1962), em que relata uma viagem de três meses por quarenta estados norte-americanos. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1962. Faleceu em Nova Iorque, a 20 de dezembro de 1968.

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