O Deus das Moscas

Livro de Bolso

de William Golding
Editor: BIS, maio de 2011 ‧
Publicado originalmente em 1954, O Deus das Moscas é um dos mais perturbadores e aclamados romances da atualidade.

Um avião despenha-se numa ilha deserta, e os únicos sobreviventes são um grupo de rapazes. Inicialmente, desfrutando da liberdade total e festejando a ausência de adultos, unem forças, cooperando na procura de alimentos, na construção de abrigos e na manutenção de sinais de fogo. Porém, à medida que o frágil sentido de ordem dos jovens começa a fraquejar, também os seus medos começam a tomar sinistras e primitivas formas. De repente, o mundo dos jogos, dos trabalhos de casa e dos livros de aventuras perde-se no tempo. Agora, os rapazes confrontam-se com uma realidade muito mais urgente - a sobrevivência - e com o aparecimento de um ser terrível que lhes assombra os sonhos.

O Deus das Moscas

Livro de Bolso

de William Golding

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896600709
Editor: BIS
Data de Lançamento: maio de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 200 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Coleção: BIS
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896600709

Brilhante e chocante

Ana

Com esta obra são levantadas diversas questões que nos fazem refletir sobre a ambiguidade do ser humano e a maldade que por vezes se encontra intrínseca no Homem. O final foi brilhante. Mesmo findada a leitura, continuamos a tentar absorver os ensinamentos encontrados na mesma.

Cativante!

Rita Pinheiro

É um livro com uma história bastante cativante, de fácil leitura e que reflere de certa forma muitas atitudes da sociedade atualmente. Vale a pena a leitura.

Entusiasmante!

Maria

Um livro perfeito que nos prende a uma história surpreendente! Mais uma prova de que o mundo da leitura nos faz viajar! É sempre muito agradável apostar em conhecer os Prémios Nobel da Literatura!

O livro perfeito!

Inês V

Um dos melhores livros já mais escritos na literatura universal! Um must, que devia ser lido por todos! Demonstra a realidade do ser humano, que embora racional, também pode decidir viver como um animal e tomar atitudes repodiantes... O outro lado da inocência! Quem nem os mais novos estão livres deste mal humano!

Brilhante

Rita P.

Sem dúvida um dos maiores clássicos da literatura que deve ser lido por todos. Leitura obrigatória!

Cativante

Andreia C.

Este é um daqueles livros clássicos. Ainda que a premissa seja um pouco perturbadora, este está muito bem escrito e é interessante e cativante do início ao fim.

Uma obra imperdível

Diana Pinto

Apesar de considerar o argumento principal um pouco perturbador, a obra não deixa de ser impressionante e cativante. O autor retrata de forma precisa e assustadora o comportamento humano no seu estado mais selvagem e desprovido de normas. Usando um grupo de rapazes inocentes numa ilha, Golding expõe os impulsos humanos mais primitivos, num ambiente em que o conceito de sociedade deixou de fazer sentido.

Um livro maravilhoso, sobre a cruel natureza humana...

Cláudia

Toda a gente se lembra daquelas histórias dos náufragos que dão à costa numa ilha, sozinhos ou em grupo, e que depois vivem uns tempos nessa ilha, ou completamente isolados lutando pela sobrevivência ou em confronto com nativos locais que, normalmente são retratados como violentos perante estranhos, dada a sua não integração numa civilização dita estruturada. Robinson Crusoe e, porque não?, aquela série interminável do Lost (da qual acho que vi o primeiro episódio e depois aborreci-me). Aliás, o próprio narrador indica-nos algumas dessas referências literárias como, por exemplo, A Ilha de Coral, que provalvelmente foi um dos livros que povoou o seu imaginário na infância ou na juventude e que o terá inspirado para este livro. Só que, William Golding, apresenta-nos uma visão um pouco mais negra destes cenários. E, portanto, nessa perspectiva, este livro é completamente diferente, apesar de partir de uma situação muito parecida com a do Lost, em que um avião se despenha junto a uma ilha. Este livro é maravilhoso pela escrita do autor. É uma escrita bela, cheia de muitos pormenores, numa construção de frases muito bem conseguida, com recurso a palavras um pouco mais complexas do que em alguns livros que lemos hoje em dia. Nota-se uma preocupação com as palavras e com a boa construção de frases.

Não consegui parar de ler...

Marisa Taveira

Li de uma enfiada, comecei a ler na diagonal, mas não resisti!!! A ocasião faz o ladrão é o que me fica na retina.

Uma triste realidade

Pedro D.

Crianças conseguem ser más. Esta é uma realidade, ainda que triste e convenientemente esquecida. Este livro demonstra bem o quão primitivo o ser humano pode ser. Quando me recomendaram este livro esperava uma história completamente diferente, mesmo assim, foi uma experiência que embora triste, elucidativa.

Recomendadíssimo!!

Susana Salgado

Mais um que estava na minha extensa lista de livros a ler. Pelas questões que levanta, relacionadas com o modo como vivemos e nos organizamos em sociedade e com o que somos capazes de fazer quanto está em jogo a nossa sobrevivência, recomendo vivamente a sua leitura.

Sem palavras

Ana Santos

A muito que queria ler este livro... e sem dúvida superou as expectativas. Deixa-nos sem palavras, ficamos perturbados pelos comportamentos destas crianças... Mas ficamos a pensar... Do que realmente o ser humano é capaz numa situação extrema...

A natureza do ser humano!

Alexandrina Ribeiro

Questões habitualmente exploradas no contexto da vivência dos adultos como a liderança, a luta pelo poder e sobrevivência, os jogos psicológicos, o papel de cada um na vida em grupo são neste livro transportadas para um cenário controverso e extremo, com crianças/jovens como protagonistas. Um livro desconcertante e que incita à reflexão sobre o que somos capazes quando está em causa a nossa sobrevivência e a organização da vida em grupo/sociedade.

PERTURBADOR.....

RITA CALVO

Faltam-me meia dúzia de páginas para acabar o livro e estou ansiosa para saber o final. O livro é intenso e perturbador, ainda mais porque não são adultos mas um grupo de crianças que se revelam provocadores e com uma maldade inimaginável.

SOBRE O AUTOR

William Golding

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1983

Escritor inglês, William Gerald Golding nasceu a 19 de setembro de 1911 na pequena aldeia de St. Columb Minor, na Cornualha. Filho de um professor primário de fortes entusiasmos políticos e de uma ativista dos direitos das mulheres, começou a escrever precocemente, com apenas sete anos de idade.
Após ter concluído os seus estudos secundários na Marlborough Grammar School, ingressou no Brasenose College da Universidade de Oxford, com o intuito de cumprir o desejo paterno e versar Ciências da Natureza. Não obstante, ao fim de dois anos encontrou forças para seguir a sua verdadeira vocação e pediu transferência para Literatura Inglesa.
Em 1934, ainda estudante, publicou o seu primeiro livro, uma compilação de poemas intitulada Poems. No ano de 1939 mudou-se para Salisbury, onde passou a lecionar Inglês na Bishop Wordsworth's School.
Em consequência da deflagração da Segunda Guerra Mundial alistou-se na Real Armada Britânica, ascendendo pouco tempo depois ao posto de comandante de um torpedeiro. Presenciou o afundamento do couraçado alemão Bismarck e o desembarque na Normandia.
Finda a guerra, Golding retomou o ensino e a sua grande ambição, a escrita. Em 1954 publicou o seu primeiro romance, Lord Of The Flies (O Senhor das Moscas), que se tornou num sucesso de vendas imediato e internacional. A obra recria acontecimentos que decorreriam num futuro próximo, e conta a história de um grupo de crianças, após terem sido evacuadas de Inglaterra por causa de uma guerra nuclear, sobrevivem ao despenhamento do avião em que seguiam, e que mata todos os adultos. Chegando a uma ilha de coral, formam a sua própria sociedade, que começa por ser solidária e justa, para se ir tornando gradualmente numa autêntica anarquia.
Seguiram-se, entre outros volumes, The Inheritors (1955), obra que remete à destruição dos homens de Neanderthal pelos Cro-Magnon, Free Fall (1959), The Spire (1964), retrato lúcido da monomania humana, Darkness Visible (1979) e Rites Of Passage (1980, Ritos de Passagem).
Investido cavaleiro em 1988, William Golding foi vencedor de inúmeros prémios, entre os quais o prestigiado Nobel da Literatura, em 1983.
Faleceu em Perranarworthal a 19 de junho de 1993.

William Golding. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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