O Conde d'Abranhos e a Catástrofe
SINOPSE
Em 1879, Eça redige de um fôlego O Conde d'Abranhos, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.) É o romance que mais diretamente corresponde à crítica institucional das primeiras Farpas: concentra de um modo particularmente sarcástico um conjunto de traços satíricos que, diversamente doseados, se distribuirão noutras obras por vários figurantes do carreirismo político ou burocrático.
A. J. Saraiva e Óscar Lopes, in História da Literatura Portuguesa, 17.ª ed., Porto Editora (adaptado)
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-04969-8 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 128 x 198 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 192 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Clássicos Porto Editora |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978972004969811 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Livro póstum
Paula Susana
Crítica satírica à sociedade portuguesa da segunda metade do século XIX. Uma leitura agradável e envolvente.
No século XIX como no século XXI...
Susana M.
O Conde d'Abranhos poderia ter sido escrito nos nossos dias, e continuaria a fazer sentido tal como fazia no século XIX. Eça de Queiroz descreve os políticos da forma brilhante e crítica que lhe é característica.
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