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O Arco de Sant'Ana

de Almeida Garrett
Editor: Porto Editora, fevereiro de 2011 ‧
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Segundo palavras do próprio Garrett, foi enquanto esteve aquartelado no Convento dos Grilos, durante o cerco do Porto, que começou a escrever O Arco de Sant'Ana.

A intriga, baseada num trecho da Crónica de D. Pedro I, de Fernão Lopes, decorre no Porto medieval, evocando a vida social e política do burgo, agitada pelos motins do povo. Este era representado pelos mesteirais, conduzidos pelo jovem Vasco e apoiados pelo rei D. Pedro, numa luta contra a oligarquia política, encarnada pelo bispo e seus acólitos, em especial Pêro Cão, cobrador de impostos.

Garrett recriou no século XIV os conflitos políticos e religiosos da sociedade do seu tempo, nomeadamente a reacção cabralista, apoiada pela Igreja, que visava dissolver o liberalismo e restaurar o poderio eclesiástico.

O Arco de Sant'Ana

de Almeida Garrett

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04980-3
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 192 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Porto Editora
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004980310

Romance histórico

Paula Susana

A intriga da vida social e política. Impossivel não gostar!

MUITO BOM

Maria Silva

É impossível não gostar de Almeida Garrett. Apesar de a poesia do autor ser a mais estimada no meu coração, a sua prosa é igualmente fantástica.

SOBRE O AUTOR

Almeida Garrett

Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.

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