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O Alienista e outros Contos

de Machado de Assis

editor: Relógio D'Água, fevereiro de 2017
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA i
Machado de Assis escreveu cerca de duzentos contos. Esta antologia reúne aqueles que consideramos os vinte melhores.

Além da quase novela O Alienista, escolheram-se contos tão notáveis como Missa do Galo, Noite de Almirante e Uns Braços.

O Alienista e outros Contos

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896417062
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: fevereiro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 226 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos para Leitores de Hoje
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789896417062
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A natureza humana

Jorge Martins

Machado de Assis remete o leitor para uma reflexão crítica sobre a natureza do ser humano: quem somos verdadeiramente? Até que ponto somos tão facilmente manipulados ou, noutra perspetiva, somos eficazes manipuladores? Esta é uma obra intemporal.

e e e e e

Quem é o alienado?

A.

O Alienista leva-nos a questionar quem é, afinal, o alienado. Os contos que acompanham este, menos conhecidos, têm igualmente grande qualidade literária. Uma bonita edição da Relógio d'Água.

Machado de Assis

Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.

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