Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis

editor: Editora Guerra & Paz, setembro de 2016
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Um dos maiores romances escritos em português e o mais marcante da obra de Machado de Assis.
Este livro é uma festa da língua, revolucionário, destroçando todas as convenções literárias do seu tempo. O leitor é maltratado, há capítulos em branco, outros sem utilidade. Brás Cubas, o improvável herói desta história, não fez nada de especial. Apaixonou-se por uma mulher casada, falhou uma carreira política, nunca teve filhos. Depois morreu, e então escreveu as suas memórias.

Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897022197
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 230 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897022197
e e e e E

Tragicomédia?

Laura

Este é um livro que classificaria como tragicómico, pela forma astutamente sarcástica com que Machado de Assis relata as suas (várias) “caídas em desgraça”. O facto de ser um finado a contar a sua própria história, já faz antever o estilo. O livro está repleto de frases incríveis que nos obrigam a parar e relê-las para, afinal, percebermos que podemos estar perante um clássico moderno.

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Memórias póstumas de Brás cubas

Patrícia

Um génio da comédia. Um dos livros mais engraçados que já li e ao mesmo tempo com uma prosa linda. Memórias póstumas é a autobiografia depois da morte do autor que já não tem de se reger pelas convenções sociais e por isso pode rescrever e insultar o leitor, não de forma gratuita mas contemplativa. Um livro magnífico

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Muito Bom

Pedro Isidoro

Um livro que nos faz refletir sobre a vida, de uma forma muito crua. Será que Brás Cubas, a Virgília, o marido desta, são um referencial para alguém? Não sei se seria isso que o autor queria transmitir? Mas a ironia e a hipocrisia, são os pontos fortes deste livro. É uma critica fortíssima à classe dominante brasileira, que no final das contas, é um traço característico e transversal na literatura mundial.

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Que livro espectacular!

Joana Coelho

Outro maravilhoso livro de Machado de Assis, a meu ver o Eça de Queirós do outro lado do Atlântico. Escrito postumamente pelo narrador, este conta-nos a história da sua vida e seus romances, em capítulos de tamanho errático e com variações de tom e estilo. Muito interessante!

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Revolucionário

Cláudia

"As Memórias Póstumas de Brás Cubas" revolucionou a literatura brasileira e distinguiu Machado de Assis como um dos maiores autores sul americanos desde que há registo. Num tempo em que o romantismo e o ultra romantismo ainda eram os movimentos literários de eleição, Assis ousa romper com o cânone vigente, trazendo a público esta obra mundana mas não menos avassaladora que se tornou um dos pináculos do realismo e, mais tarde, do modernismo; uma obra excepcional e notável. Deveras, este é um dos livros que o ávido leitor e amante de literatura não pode evitar.

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Um clássico

António Mateus

T. S. Eliot escreveu que: " (...) que o clássico perfeito deve ser um clássico em que todo o génio de um povo estará latente, se não todo revelado; e que só pode aparecer numa língua tal que todo o seu génio possa estar presente ao mesmo tempo. Devemos, por consequência, acrescentar (...) a compreensividade. (...) exprimir o máximo possível de toda a gama de sentimento que representa o caráter de um povo que fala essa língua." Assim é este livro: um clássico. De escrita que nos cativa e nos toca, ora pela sensibilidade, ora pelo fino humor com que compõe os personagens, suas circunstâncias e percurso/"enredo" ao longo duma "vida" contada pelo já defunto, que tudo de si (e dos demais), agora, pode e quer revelar.

Machado de Assis

Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.

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