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Grandes Esperanças

Livro 1

de Charles Dickens

editor: Publicações Europa-América, abril de 1975
Grandes Esperanças foi publicado em 1861 e é, na opinião de alguns críticos, «a melhor e a mais artística das obras de Dickens».

Nela vamos encontrar, com efeito, as qualidade características do grande escritor que foi Charles Dickens: o estilo rápido e cheio de vivacidade, um realismo feito de calor e ternura, a que nunca falta um sopro de humor profundamente humano, que fez rir e chorar os leitores do seu tempo e a que os anos não conseguiram retirar a frescura.

Mestre do romance realista Inglês, Charles Dickens nasceu em 1812 e morreu em 1870. Filho de uma família modesta, que descurou por completo a sua instrução, Dickens frequentava por gosto bibliotecas e museus, adquirindo assim boa parte sua cultura. Mais tarde, torna-se jornalista nos tribunais e na Câmara dos Comuns. Do trabalho de repórter nos tribunais fica-lhe a experiência de contacto com os problemas dos marginalizados da sociedade (mendigos, desempregados, operários, órfãos), para os quais virá a chamar a atenção em muitas das suas obras.

A partir de 1833 começa a publicar em jornais contos e ensaios que merecem desde logo a atenção dos leitores. Notabiliza-se com os Pickwik Paper, publicados entre 1836-1837 que alcançam grande êxito comercial. Da obra destacam-se os seguintes títulos: Oliver Twist (1837), Contos de Natal (1853), Um Conto de Duas Cidades (1859) ou Grandes Esperanças (1861), entre outras.

O seu humor, a forma caricatural como esboça as personagens, leva-o à criação de tipos humanos inesquecíveis, dando uma visão de implacável verdade do quadro social do século XIX. A sua linguagem é riquíssima e cheia de neologismos procurando o pitoresco da expressão adequada a cada personagem.

Pelas suas qualidades como escritor e crítico social, Dickens rasgou novos horizontes ao moderno romance, sendo um pioneiro deste género literário tal como hoje é conhecido.

Grandes Esperanças

de Charles Dickens

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721009936
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1975
Idioma: Português
Dimensões: 114 x 181 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 456
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Série Grandes Obras
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 5601072406209
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Um clássico a conhecer

Sónia Cristina Jordão Ferreira

Esta foi a primeira obra que li de Charles Dickens. Estava curiosa por ouvir tantas referências a personagens e acontecimentos aqui passados e, como gosto de perceber esse tipo de referência, decidi-me a ler. Os clássicos não são o meu género de eleição, mas gosto de os conhecer. A escrita de Charles Dickens é muito rica e apresenta a sua dificuldade, como é típico nos clássicos. É preciso estar com atenção a cada palavra. O livro está dividido em 3 partes e apresenta a história de Pip, que na primeira parte é um menino ainda, sem pais e que vive com a irmã e cunhado, são uma família pobre. Um dia, encontra no cemitério um foragido da prisão que o ameaça para levar-lhe comida enão dizer a ninguém que o viu. Este encontro muda a vida de Pip e é o ponto fulcral da história, mesmo não parecendo. Entretanto, por intermédio de outra pessoa, Pip conhece uma mulher que vive presa no passado e quase sozinha, uma alma atormentada, a raiar a loucura. Pensei que fosse este o acontecimento que serviria de base à história de Pip, mas não foi bem assim. Outro acontecimento que mudou a vida de Pip foi receber muito dinheiro de alguém que não se quer identificar. Aqui começa a jornada de Pip, para se tornar num senhor. Acompanhamos Pip na sua nova vida, assistimos às suas mudanças de personalidade, nem sempre boas. A segunda parte do livro é a mais difícil de ler por ser tão desinteressante, o autor perde-se em pormenores que não parecem ter importância. De resto, é uma obra que se lê bem e é interessante.

Charles Dickens

Romancista inglês nascido em 1812. Publicou obras em que denunciava a vida difícil do operário na sociedade industrial emergente (como Grandes Esperanças e Tempos Difíceis) e, em particular, a miséria das classes sociais mais baixas e a precaridade da infância (em Oliver Twist, especialmente). Escreveu também um muito popular Conto de Natal. Morreu em 1870.

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