O Vermelho e o Negro

de Stendhal; Tradução: José Marinho

editor: Relógio D'Água
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Um romance histórico psicológico em dois volumes do escritor francês Stendhal, publicado em 1830. É frequentemente citado como o primeiro romance realista. Definido no período entre o final de setembro de 1826 até o final de julho de 1831, trata das tentativas de um jovem de subir na vida, apesar do seu nascimento plebeu, através de uma combinação de talento, trabalho duro, engano e hipocrisia, apenas para se encontrar traído pelas suas próprias paixões.

«Apesar das numerosas semelhanças entre O Vermelho e o Negro e A Cartuxa de Parma, os dois romances são subtilmente diferentes na sua perspectiva erótica e na representação dos protagonistas de Stendhal. A nostalgia de glória napoleónica não abandona Julien quase até ao fim, mas extingue-se em Fabrizio depois da derrota de Waterloo. O autêntico amor não se apodera de Julien a não ser nos seus últimos dias e, ainda que não existam motivos para duvidar da sua sinceridade, tanto ele como Madame de Rênal sabem que não têm futuro, o que constitui um nada negligenciável motivo para intensificar a paixão.»

«Julien Sorel nada sabe de si próprio; só é capaz de sentir as paixões depois de as simular e tem um inegável talento para a hipocrisia. E, no entanto, Julien mantém o nosso interesse e, mais do que isso, fascina-nos, não somos capazes de sentir antipatia por ele.»
Harold Bloom, Futuro da Imaginação

«Stendhal faz com que o leitor se sinta orgulhoso de ser seu leitor.»
Paul Valéry

O Vermelho e o Negro

de Stendhal; Tradução: José Marinho

ISBN: 9789896411152
Editor: Relógio D'Água
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 232 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 440
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896411152
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Impressionante

Anónimo

Aconselho fortemente a leitura deste livro, pois, remete a um espaço e tempo muito incrível, no caso a frança pós bonapartista, nos enviando num universo degenerado onde o passado heroico e prestigioso entra em conflito com um presente que tenta manter uma glória que já perdeu. E dentro dessa sociedade se desenrola um romance que nos revela as desgraças e os piores costumes por desta sociedade. Junto de uma lição de moral venerável, este é sem dúvida um clássico que não pode faltar à biblioteca de um leitor.

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Um clássico

Alexandre Carvalho

Uma história densa e de época (a França de Napoleão), de um escritor reconhecido tardiamente. É sobre o amor, ou melhor, do que se pode sofrer por amor. O ritmo lento da obra não é um obstáculo, pelo contrário, impõe um tempo que permite que a história conduza o leitor. "É singular, contudo, que só tenha aprendido a arte de gozar a vida depois de lhe avistar o termo tão próximo", citação que parece resumir todo o espírito do livro.

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Leitura Obrigatória

joão possante

Sendo um livro aconselhado pelo Plano Nacional de Leitura, comprei para satisfazer as necessidades de quem anda ainda a estudar, contudo e devido aos comentários que quem anda a ler me faz vou, também eu querer le-lo

Stendhal

Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era fugir à disciplina paterna para se tornar um famoso dramaturgo. Seria, no entanto, pelos seus romances que Stendhal ficaria conhecido.
Três anos mais tarde, depois de uma passagem pelo exército de Napoleão que o levara até Itália, Stendhal encontra-se de novo em Paris, envolvido em vários projetos literários que nunca chegariam a ser concluídos. Nessa altura, a sua grande ambição era tornar-se um novo Moliére.
No ano de 1806, Henri Beyle foi nomeado comissário militar adjunto na cidade alemã de Brunswick, o que marcou o início de uma carreira que lhe permitiu conhecer a Alemanha, a Áustria e a Rússia.
Com a queda do Império Francês, em 1814, Henri decidiu instalar-se em Milão. A esta mudança para Itália corresponde a afirmação da carreira literária de Stendhal. As suas amizades políticas em Milão não eram bem vistas pelas forças ocupantes austríacas, tendo o escritor regressado a Paris no ano de 1821. Até 1830, a vida de Stendhal em Paris é marcada por uma intensa atividade social e intelectual. O aparecimento do seu "Racine et Shakespeare", em 1823, é considerado um dos primeiros manifestos do Romantismo em França.
Com a monarquia constitucional de Louis-Philippe, resultado da revolução de julho de 1830, Henri é nomeado cônsul no porto de Civitavecchia, nos Estados Papais. Isolado e longe da intensa vida parisiense, Stendhal encontra muitos obstáculos à sua escrita, tendo por isso dedicado o seu tempo a narrações de carácter autobiográfico. Nesta última fase da sua vida, Stendhal produziu alguns dos títulos mais importantes da sua obra. Quando morreu, no dia 23 de março de 1842, Stendhal estava de licença em Paris. Deixou-nos obras magníficas como "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma" e uma série de fabulosos contos.

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