Carta Aberta... aos Poderes
Manifesto surrealista em defesa da libertação do espírito
SINOPSE
EXCERTOS
«Não podemos viver eternamente rodeados de mortos e de morte.
E se ainda restam preconceitos há que destrui-los.
“O dever”
Digo bem
“O DEVER”
do escritor, do poeta, não é encerrar-se cobardemente num texto,
num livro,
numa revista, donde não mais se libertará, mas pelo contrário sair
para fora
para sacudir
para atacar
o espírito público
senão
para que serve?
para que nasceu?
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898160393 |
| Editor: | Padrões Culturais |
| Data de Lançamento: | abril de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 137 x 195 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 64 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Textos Extraordinários |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Outras Formas Literárias
|
| EAN: | 9789898160393 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Artaud, um real surrealista
A Manso
Aqui são coligidas um pequeno número de cartas dirigidas "aos poderes": sociais, institucionais e religiosos por parte de A Artaud. Mas essencialmente são estímulos a todos os indivíduos para no exercício da individualidade mis autentica sejam capazes de despertar o Espírito que se encontra moribundo ante a normalidade da razão e o medo de viver, únicos desideratos a que os saberes e os poderes deitam mão para subordinar a liberdade criadora, à ordem reprodutora.
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