A Montanha Mágica

de Thomas Mann
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, junho de 2009 ‧
História mágica ou filosófica, romance histórico ou de formação, narrativa sobre o tempo ou viagem interior de um jovem alemão honrado e ávido de experiências, este romance envolve e enreda o leitor em teias mágicas que não mais o libertarão, entre a sátira e a seriedade, o humor e a ironia, a luz e o niilismo, numa sinfonia contra-pontística em que liberalismo e conservadorismo, decadência e sublimação, doença e saúde, espírito e natureza, morte e vida, honra e volúpia se sucedem num torvelinho que só a Primeira Guerra Mundial conseguirá dissipar. Quando as fundações da Terra e da montanha mágica começam a tremer, quando o mundo hermético feito de tédio, torpor e exasperação começa a abalar, por acção do trovão e do enxofre, das baionetas e dos canhões, é que o arganaz adormecido esfrega os olhos e começa a endireitar-se, saindo da sua tenaz hibernação, expulso do seu reino e dos seus sonhos, salvo e liberto, depois de quebrado tão longo e mágico encanto.

«Eis uma obra de uma inesgotável sabedoria, eivada de humor e ironia, que esta nova tradução, directamente do alemão, soube subtilmente verter para a nossa língua.»
Dóris Graça Dias, Ler

A Montanha Mágica

de Thomas Mann

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722037327
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: junho de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 232 x 54 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 840
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Universal
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722037327

monumental

r.s.

uma das melhores obras de sempre.

Um dos melhores

GM

Um dos melhores livros que já li. é bastante longo mas lê-se muito bem, dá perfeitamente para ler durante umas férias de verão. Recomendo a toda a gente.

Obra incontornável

João L

É um livro para leitores corajosos, desde logo pelo seu tamanho. Em todo o caso, é uma obra incontornável da literatura mundial e de grande profundidade.

Emersão no ser humano

João Alexandre Mateus

Um classico que nos permite encontrarmo-nos a nós mesmos

Uma escalada nem sempre fácil

Ana G. Ferreira

Comecei este livro com as mais altas expectativas e o início não me desiludiu. Mas à medida que a história ia progredindo, o meu ânimo não se manteve constante. Do que gostei: - das descrições das paisagens e dos passeios na montanha, da alternância das condições meteorológicas e das estações do ano; - da forma como é transmitido o alterar subtil e lento da forma de pensar e estar das pessoas que entram no sanatório, à medida que o tempo vai passando; - de Settembrini e algumas (só algumas! - ver abaixo) das discussões filosóficas que provocava. Do que não gostei: - da maior parte das intermináveis discussões filosóficas, algumas das quais eram tão dispersas e longas, que ou me obrigavam a ler os mesmos parágrafos duas (por vezes três) vezes, para conseguir apreender o seu conteúdo; - de alguns episódios que me pareceram despropositados e cuja função não entendi, como por exemplo as sessões espíritas, ou o duelo e respetivo desfecho; - do tamanho do livro: não tendo nada contra livros grandes, desagrada-me quando fico com a sensação de o conteúdo não justificar o número de páginas, e foi exatamente o que me aconteceu com este livro. Pareceu-me ter estado a ler um texto escrito ao sabor dos pensamentos e introspeções do próprio autor, que no final deveria ter sido revisto e editado, mas que, por qualquer motivo, não foi; - do final: ao contrário do resto do livro, pareceu-me apressado e abrupto. Enfim, o defeito será certamente meu, mas a verdade é que cheguei ao fim um pouco desapontada, pois tratando-se de um clássico tão elogiado, estava à espera de o ter apreciado bastante mais. Por outro lado, não me arrependo de o ter lido, e em nenhum momento me passou pela cabeça pô-lo de lado. Se calhar esta montanha tem mesmo alguma magia...

Absolutamente notável

H

No topo de uma montanha suiça, há um sanatório onde tudo é relativo, a começar pelo tempo. Trata-se de uma forte alegoria à Europa prestes e entrar no período mais negro da sua história.

O Curioso caso que é a vida

José Vieira

Um romance de proporções barrocas. Hans Castorp leva-nos ao topo das montanhas mais altas, através de magníficas páginas que nos falam do sentido da vida, da consciência da consciência da passagem do tempo, assim como da problemática que é a existência, a sua brevidade e a inevitabilidade da morte. Como todos os grandes livros, é necessário um fôlego olímpico para sorver este que é um dos maiores expoentes do Modernismo europeu.

A montanha mágica

Maria Almeida

Este livro é para verdadeiros leitores, daqueles que não se esgotam facilmente quando devoram as palavras. Um livro especial e que merece uma leitura atenta e pausada. Acabar de o ler é o objectivo, mas fica a tristeza. Recomendo, mas alerto: Fica o vício de ler para sempre!

Experiencia de um jovem

Paula Dias

Livro arrebatador que transmite sabedoria . Deve ser apreciado o humor e ironia. A não perder, embora não seja fácil a leitura!

SOBRE O AUTOR

Thomas Mann

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1929

Thomas Mann nasceu em 1875, na cidade alemã de Lübeck. A sua carreira literária iniciou-se de modo fulgurante em 1901, com a publicação de Os Buddenbrook. Seguiram-se-lhe obras como Tonio Kröger, A Morte em Veneza e A Montanha Mágica, entre outras, que lhe valeram a atribuição do Prémio Nobel em 1929. Em 1933, com a subida de Hitler ao poder, Mann mudou-se primeiro para a Suíça e depois para os EUA, onde ensinou na Universidade de Princeton e se naturalizou americano. São desta época obras como a tetralogia José e os Seus Irmãos, Lotte em Weimar e Doutor Fausto. Morreu em Zurique, em 1955.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU