Samarcanda

de Amin Maalouf
Editor: Marcador, maio de 2015 ‧
Acusado de colocar em causa os códigos mais sagrados do Islão, o poeta persa Omar Khayyam encontra fortuitamente a simpatia do homem que é suposto julgar os seus crimes. Reconhecendo o seu génio, o juiz decide poupá-lo e oferece-lhe um pequeno livro em branco, encorajando-o a colocar naquele livro a coleção dos seus pensamentos mais profundos.

Assim começa a combinação perfeita de realidade e ficção que é este livro. Samarcanda abrange séculos de história do Médio Oriente e já foi considerado um dos melhores romances históricos de sempre.

«Um livro extraordinário! As descrições que Maalouf faz das cortes, do bazar e das vidas de místicos, reis e amantes entretecem-se numa prosa evocativa e lânguida.»
The Independent

«Um dos melhores romances históricos de sempre.»
The Times

«Amin Maalouf apresenta um modelo para o futuro, bem como um aviso, uma via para o entendimento entre culturas e uma dimensão assustadora das consequências do fracasso. A Europa não pode dar-se ao luxo de ignorar a sua voz.»
The Guardian

Samarcanda

de Amin Maalouf

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897541025
Editor: Marcador
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 232 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Coleção: Marcador Literatura
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897541025

Um passado bem presente

Carlos Penim

Tal como agora, no século primeiro nem sempre se podia falar abertamente sobre a organização socio/politica dos reinos, sem que houvesse o risco de ficar sem a cabeça. Este livro leva-nos a uma sociedade rica em pensamentos mas que não podiam ser de forma aberta partilhados.

Fabuloso!

Ana Teresa Monteiro

Prende-nos até ao fim. Uma escrita cativante. Absolutamente viciante. Um olhar diferente sobre a Pérsia

Genial!

Cátia

Adorei! Simplesmente fantástico. Diferente e com uma escrita cativante.

SOBRE O AUTOR

Amin Maalouf

Amin Maalouf, nascido no Líbano, é jornalista e romancista. Venceu o Prix Maison de la Presse, o Prémio Goncourt, o Prémio Príncipe das Astúrias, o Prémio Calouste Gulbenkian e foi agraciado pela Ordem Nacional do Mérito francesa com o grau de Grande-Oficial. É membro da Academia Francesa desde 2011 e seu secretário vitalício desde 2022. Foi chefe de redação, e mais tarde, editor do Jeune Afrique. Durante doze anos, foi repórter, tendo realizado missões em mais de sessenta países.
A maior parte dos seus livros apresenta um cenário histórico e, à semelhança de Umberto Eco, Orhan Pamuk e Arturo Pérez-Reverte, Maalouf combina factos históricos fascinantes com fantasia e conceitos filosóficos. Numa entrevista, afirmou que o seu papel enquanto escritor consiste em criar «mitos positivos».
Escritas com a habilidade de um magnífico contador de histórias, as obras de Maalouf dão-nos uma visão apurada dos valores e comportamentos de diferentes culturas do Médio Oriente, de África e do mundo mediterrânico.

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