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Pátria

de Fernando Aramburu

editor: Dom Quixote, março de 2018
Prémio Nacional da Crítica em Espanha
Prémio Giuseppe Tomasi di Lampedusa International
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo.

No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes?

Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.

«Há muito tempo que não lia um livro tão convincente e tocante, tão inteligentemente concebido.»
Mario Vargas Llosa

Pátria

de Fernando Aramburu

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722064019
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: março de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 236 x 292 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 720
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722064019
e e e e e

NInguém sai incólume

Mário Cordeiro

É. Ninguém sai incólume. A guerra é o extremo do absurdo. É a ausência total de entendimento, de diálogo, de negociação, de falta de respeito pelo Outro. A ETA, tantas vezes rotulada de «organização independentista» não era mais do que uma organização sanguinária terrorista. Todavia, tal como na guerra atual, há sempre pessoas, cidadãos, que os envolvidos designam por «danos colaterais», mas que sofrem, tomam ou têm de tomar partido e apresentam as suas razões, nem que sejam apenas emocionais, mais do que racionais. Pátria é um grande romance. Muito bem escrito, muito bem traduzido, e que cai profundamente na nossa alma. O que faríamos, se estivéssemos lá, numa ou na outra família? Por muitas certezas que tivesse no início, cheguei ao fim sem saber bem a resposta...

e e e e e

Muito mais do que Pátria

Francisco Rocha

Li o livro na ressaca de uma viagem ao País Basco muito querida. O enredo cancela em si uma verdade absoluta - a guerra é uma loucura, para vencedores e vencidos. O terrorismo provocado pela ETA não passa disso mesmo. Não vale a pena associar-lhe ideologias, defesa da cultura e língua basca, para se tentar justificar as atrocidades praticadas contra os espanhóis "opressores" e mesmo contra os bascos de gema. Um livro viciante, de leitura fácil, que nos prende da primeira à última página. Não sendo demasiado denso, é uma obra-prima porque torna simples um assunto complexo, nunca descurando as várias perspectivas de um passado recente que dificilmente cicatrizará.

e e e e e

Pátria

rita

A obra de uma vida. Romance soberbo, leitura obrigatória.

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Um grande livro, uma tradução não tão boa!

Inês

Um excelente livro que nos remonta para a situação terrível que a Eta pôs Euskadi e os seus habitantes! Dá arrepios.. Pena que a tradução seja desleixada e preguiçosa o que torna difícil e por vezes confusa a leitura!

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Pátria (um livro a não deixar de ler)

António Germano

Subscrevo inteiramente o comentário de Vargas Llosa sobre este livro. Na verdade estes escritores de expressão espanhola, que pessoalmente adoro, têm uma enorme capacidade de nos colocar num misto de sensações e emoções. Ou seja, tão depressa estamos de lágrima no olho, como a seguir rimos à gargalhada. Muito importante também o enquadramento politico e social de uma luta, que tantas amarguras trouxe às famílias, às amizades, e afinal para quê? Tanto atentado, tanta morte!! Tanto sofrimento... para quê? O fanatismo realmente tem consequências e a história já nos demonstrou isso várias vezes. Sinto-me enriquecido, agradeço reconhecido ao autor e recomendo leitura urgente!

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A linha invisivel mas omnipresente

Eduardo Parreira

Uma viagem à história de uma sociedade dividida e fracturada, onde a normalidade do quotidiano dá lugar aos silêncios, a verdades ocultas e a um medo latente próprios dum conflito de baixa intensidade mas com consequências tremendas para os indivíduos por ele afectados. Uma história passada no País Basco pós ETA mas que poderia ser imaginada na Irlanda do Norte pós Troubles ou num qualquer lugar onde uma organização armada clandestina ergueu armas contra o Estado em nome do independentismo ou de uma qualquer outra causa.

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Livro chamado Pátria

Rui P.

É um livro grande, com uma má capa e uma edição normal em papel que vai amarelecer em alguns anos. A maioria das pessoas tem aqui já modivos para olhar o livro de revés. Mas eu não, pois comprei o e-book.

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Um Romance a não perder!

Diogo Santos

É sem dúvida um livro único. Para quem quer perceber o efeito que a ETA teve no dia a dia das pessoas, no quanto esta influenciou e dividiu amores e paixões, este é o livro adequado. Junta-se a isto uma escrita muito cativante e envolvente que nos deixa presos do princípio ao fim!

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Pátria

Clarinda Alves

Envolvente e viciante. É impossível parar de ler e não nos emocionarmos com as consequências que esta organização teve na vida destas famílias. Uma obra incontornável.

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Romance espectacular !!!

Mónica G.

Uma escrita fantástica , um Romance soberbo !!!! Aconselho vivamente !!!

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Recomendo

Ana Rato

Um tema com proximidade que não é suficientemente retratado e um estilo cativante.

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Um relato excelente de uma época contorversa

A. Andrade

Apaixonante descrição de um drama que, de algum modo, nos envolveu. Leitura muito motivante. É uma dificuldade deixar de ler!...

Fernando Aramburu

Fernando Aramburu nasceu em San Sebastián, em 1959. É licenciado em Filologia Hispânica pela Universidade de Saragoça, foi membro do Grupo CLOC de Arte y Desarte e reside na Alemanha desde 1985. Considerado um dos narradores mais destacados em língua espanhola, é autor dos romances Fuegos con limón (1996), Los ojos vacíos (2000, Prémio Euskadi), que juntamente com Bami sin sombra (2005) e La gran Marivián (2013) formam a «Trilogía de Antíbula», El trompetista del Utopía (2003), Viaje con Clara por Alemania (2010), Años lentos (2012, VII Prémio Tusquets Editores de Romance e Prémio dos Livreiros de Madrid) e Ávidas pretensiones (Prémio Biblioteca Breve 2014). Publicou também os livros de contos Los peces de la amargura (2006, XI Prémio Mario Vargas Llosa NH, IV Prémio Dulce Chacón e Prémio Real Academia Espanhola 2008) e El vigilante del fiordo (2011). Pátria (2016) foi considerado um dos livros mais impressionantes da literatura espanhola contemporânea, tendo-lhe sido atribuídos o Prémio Nacional de Narrativa, o Prémio Nacional da Crítica, o Prémio Euskadi de Literatura, o Prémio Strega Europeu e o Prémio Lampedusa, entre outros. Foi traduzido para mais de 30 línguas e adaptado para televisão numa série da HBO. O Regresso dos Andorinhões é o seu mais recente romance.

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