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Quinta dos Animais

ou O Triunfo dos Porcos

de George Orwell; Ilustração: GonçaloMAR
Livro eBook
Editor: Porto Editora, Janeiro de 2021 ‧
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Era uma vez o poder e a degradação...
Esta alegoria, também conhecida por O Triunfo dos Porcos, escrita por George Orwell, conta-nos a história dos animais da Quinta do Solar. O que começa por ser um grito de liberdade e justiça vai-se transformando progressivamente numa realidade inesperada e obscura.

Clássicos Hoje é uma coleção inspirada por toda a luz antiga e moderna: nela cabem as maiores obras da literatura de todos os tempos, ilustradas por grandes nomes da arte contemporânea.

Quinta dos Animais

ou O Triunfo dos Porcos

de George Orwell; Ilustração: GonçaloMAR

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-03308-6
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 226 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Hoje
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972003308613
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Quinta dos Animais ou Triunfo dos Porco

Quinta dos Animais

Excelente livro Não conhecia o autor e não sou grande apreciador de obras de ficção política mas se houvesse mais como este leria de certeza O livro fez-me lembrar que devemos sempre lutar pelos nossos direitos e por aquilo que queremos. Recomendo muito

Fabuloso!

David Almeida

Livro mais do que recomendado. É absolutamente atual e fabuloso! Andei anos a adiar a sua leitura e hoje arrependo-me. Muito bom!

Recomendo

Andreia A.

Mais um excelente livro, como já estamos habituados pelo autor. Uma história atual, com metáforas brilhantes e em que é impossível não relacionarmos a história com o que se está a passar hoje em dia. Tenho-o recomendado bastantes vezes.

“Quatro patas bom, duas pernas mau”

Rodrigo Ferreira

Excelente alegoria. A arte de bem saber contar uma história. Este livro, recorda-me que sou um animal também, com os meus defeitos e virtudes, vivo numa “quinta urbana” supostamente para um bem maior, mas quem rege esta minha quinta igual como no conto, tem apenas interesses em si é nos seus, para continuar onde estão, alteram a história, mentem sem qualquer ressentimento.... super recomendo.

Incrivelmente atual

Susana Figueira

Não parei de dizer para mim mesma "é mesmo isto", enquanto percorria as páginas desta estória simples, mas que consegue ser incrivelmente atual. Através de uma escrita acessível e fluida, o autor transporta os sistemas políticos e de organização das sociedades para o mundo animal, revelando os "caminhos escorregadios" pelos quais a falta de conhecimento e informação nos podem levar. Com recurso a muitas metáforas e analogias, facilmente identificáveis, dei por mim a rir muito ao fazer o paralelismo com as nossas sociedades de hoje. Gostei muito.

Quinta dos Animais

Jorge Martins

Embora não seja o melhor livro de Orwell, ao lado de "1984" continua a ser um dos melhores retratos simbólicos dos regimes totalitários em geral e do Estalinismo em particular (esta última vertente mais nítida em "1984"). Um tema muito sério e pesado tratado com o humor que só uma alegoria com animais permite. Um livro que mantém a sua actualidade, apesar dos mais de 75 anos que datam desde a sua publicação. A ler pela primeira vez ou a reler pela milionésima.

Um clássico sempre atual

sofiaccampos

Depois de ler 1984 fiquei curiosa com as restantes obras de George Orwell. Fiquei fascinada com o facto deste livro ser tão simples, mas tão atual. Acredito que seja uma leitura essencial em qualquer faixa etária. A ilustração do GonçaloMAR dá um contexto excelente à história. Recomendo vivamente.

Hoje como antes

AFerreira

Vi a animação a primeira vez na decada de 80. A frase "Os animais são todos iguais, mas há uns mais iguais que outros" inesquecível, ficou gravada na memória. Quiz ler o livro obviamente mais rico. A animação era de 54, o livro primeiro escrito em 45. George Orwell mal saberia que era um visionário. Esta fábula retrata perfeitamente a humanidade ntem e hoje, principalmente a forma como o poder democratico se instala e rapidamente se torna totalitarista. Uma lição que deveria ser aprendida por todos de forma a nunca elegerem quem os irá escravizar. É um livro obrigatório, facil de ler, compreender e fazer pensar quando forem votar onde quer quer que seja.

Uma crítica mordaz e alegórica do sistema soviético até ao desaparecimento de Stalin

António Eliseu

.O olhar de uma mente brilhante e socialista sobre a revolução bolchevique à escala de uma quinta onde os homens são afastados e os porcos acabam por dominar.

Magistral

Cristina Ferreira dos Santos

No top 10 dos livros que mais me marcaram. E por isso um dos que mais tenho recomendado, emprestado e oferecido. Uma sátira e metáfora brilhante, tão brutalmente atual nos nossos dias, que se aplica tanto ao mundo político como ao empresarial. Leitura obrigatória.

O triunfo da arte urbana

Duarte Soares

Fantástico triunfo do Gonçalo Mar no Triunfo dos Porcos. Vai ser este o livro para o meu projeto de leitura do 2.º período!

O Triunfo da Quinta dos Animais

Susana Silva

Uma história com tanta História dentro... Leitura obrigatória para qualquer jovem adulto com mais de 15 anos! O ilustrador Gonçalo Mar conseguiu captar muitíssimo bem a complexidade da obra.

SOBRE O AUTOR

George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.

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