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O Retrato de Dorian Gray

de Oscar Wilde; Ilustração: OzeArv
Livro eBook
Editor: Porto Editora, agosto de 2020 ‧
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Era uma vez a beleza e a ruína...
Dorian Gray personifica a busca pela beleza e pela imortalidade. Na ilusão do poder contra o tempo, o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro.

Clássicos Hoje é uma coleção inspirada por toda a luz antiga e moderna: nela cabem as maiores obras da literatura de todos os tempos, ilustradas por grandes nomes da arte contemporânea.

O Retrato de Dorian Gray

de Oscar Wilde; Ilustração: OzeArv

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-03310-9
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: agosto de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Hoje
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972003310912
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Gostei

BG

Este clássico, é uma crítica brilhante à obsessão pela beleza e prazer, que mostra como a falta de limites morais corrompe lentamente a alma. Recomendo.

Um clássico!

B.T

Adorei! Leitura rápida, graças a ótima edição da porto editora. Esta coleção é boa demais! Em relação a esta obra em particular é uma imagem clara de como as nossas ações, não tendo compaixão para com o outro e a busca excessiva por algo podem levar a ruína, e que é possível corroer a mais bonita e ingénua alma. A verdadeira prova que nem tudo o que é bonito por fora, é bonito por dentro. Excelente descrição da evolução da personagem, e inclui nela, uma malta com uns ideais bem confusos e tóxicos. M-E-D-O ¿¿ Recomendo! Parabéns também ao artista responsável pela ilustração da capa.

Reflexão sombria sobre a beleza, a juventude e as consequências das nossas ações

Daniela Ferreira

"O Retrato de Dorian Gray" é um livro clássico escrito por Oscar Wilde. A história gira em torno de Dorian Gray, cujo retrato envelhece enquanto ele permanece jovem e belo. Conforme Dorian se envolve numa vida de vícios e pecados, o retrato revela as marcas do seu declínio moral. O livro é uma reflexão sombria sobre a beleza, a juventude e as consequências das nossas ações. A escrita de Wilde é elegante e irónica, tornando a leitura uma experiência envolvente e satírica. Recomendo aos interessados em ficção gótica e reflexões filosóficas sobre o ser humano.

Um clássico!

Sofia C

Uma leitura clássica escrita por Oscar Wilde que vale a pena conhecer! Acredito que na generalidade a história seja mais conhecida pelos filmes mas recomendo a leitura do original, até porque se trata do único romance escrito por este autor. Obrigatório em qualquer coleção sendo que em particular esta edição está belissimamente ilustrada!

Clássico

Pedro Filipe Medeiros Lopes

Aborda temáticas que ainda são muito atuais, fazendo-nos refletir sobre as coisas que mais valorizamos.

Um clássico que vale a pena ler...

Noémia Mª Marques Lopes

Um livro agradável: é sempre bom ler um livro como este num período de confinamento; de leitura fácil e rápida. Aconselho!

Leitura obrigatória

Sofia Cortez

Um livro incrível! Uma escrita sublime e um enredo que prende do principio ao fim. Os diálogos entre os personagens é simplesmente divinal. Já li e reli este livro diversas vezes e volto sempre a ele quando sinto saudades do Lord Henry.

Recomendo

Mafalda

Muito bem escrito e ilustrado.

O Retrato de Dorian Gray - Séc. XXI

Rui Silva

Que ótima iniciativa da Porto Editora em trazer de volta estes grandes clássicos da literatura mundial com uma nova (e incrível) roupagem. Recomendo!

Excelente livro

Maria Victória Rodrigues

Sem dúvida, a obra-prima de Wilde! Uma história que nos leva ao melhor e ao pior que o passado tem para nos oferecer. A capa também é muito interessante.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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