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Livro eBook
editor: Assírio & Alvim, abril de 2015
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional.

Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
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Dia Mundial da Poesia: Os nossos poetas

Somos sobretudo leitores de prosa. Mas há tantos momentos em que precisamos de poesia! As belas letras de um poema são capazes de despertar as mais diversas sensações, em particular se escritas por um dos nossos poetas e poetisas favoritos.

  Pablo Neruda Me Gustas Cuando Callas e Si tú Me Olvidas são dois monumentos, que deveriam constar de grandes panteões nacionais e ser recitados como formas de sairmos de nós e entrarmos em contacto com a beleza mais profunda em que as palavras nos podem mergulhar. Mas são apenas duas obras de uma vasta coleção de escritos de Pablo Neruda, o poeta chileno que ganhou o Prémio Nobel de Literatura em 1971. Poemas de Amor conta com a tradução de outro grande (e já saudoso) poeta: Nuno Júdice e sabe bem ler em qualquer momento. QUERO LER! »









  William Butler Yeats Aqueles homens cuja vida parece saída de um dos seus poemas. Envolvido também em questões políticas irlandesas, Yeats passa ao longo da vida de um estilo marcadamente romântico e fantástico para uma sobriedade que lhe cai com o passar dos anos. Por aqui, gostamos de todas as fases da sua arte, talvez por tanto ouvirmos Yeat’s Grave dos Cramberries. Em A Terrible Beauty is Born, Yeats traz-nos sentimentos esdrúxulos, sensações carregadas. QUERO LER! » Alberto Caeiro É um dos heterónimos favoritos de Pessoa, cá por casa. Dizemos “um dos”, porque a profícua obra do poeta não nos permite escolher um só. Mas este mora nos nossos corações e muitas vezes nos acalma. Quando estamos perante decisões, quando há momentos na vida em que nos estamos a preocupar com coisas que ainda não aconteceram, faz sentido pensar em Alberto Caeiro, na simplicidade robusta das suas palavras e num poema a que gostamos sempre de regressar nessas alturas: Para Além da Curva da Estrada. QUERO LER! » Hilda Hilst Aqui a proposta é um pouco diferente do autor anterior. Hilda Hilst não pretende deixar ninguém indiferente ao que escreve. E isso é bom. Não é sempre, mas há alturas na vida em que precisamos de ser provocados, para sair de um determinado atavismo, para encontrar coragem, ousadia. É uma das autoras mais polémicas de expressão em língua portuguesa. A sua coragem em ir contra o patriarcado e as normas que não foi ela que estabeleceu nota-se também nos seus poemas, que, muitas vezes, são autênticas pedradas contra o que, supostamente, não se deve dizer nem escrever. QUERO LER! » Sophia de Mello Breyner Apetece-nos fazer um trocadilho com um conhecido livro e dizer que vivemos em O Mundo de Sofia. Porque a nossa poetisa maior guarda em si tantas texturas como as do mundo, tantas tonalidades como as que vemos no sol ou na água e tantos sons como os que escutamos agora, no local onde estamos a ler este texto. E faz hoje tanto sentido que a leiamos, que a ouçamos, para que nunca se perca o norte e recordemos sempre «O dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio/ E livres habitamos a substância do tempo». QUERO LER! » Maria Teresa Horta Foi a própria autora quem fez a seleção dos poemas que deveriam constar desta antologia e a contemporaneidade da sua escrita permanece incólume. Os temas em que toca nos seus poemas continuam bem vivos e a beneficiar da sua voz, onde o imaginário brinca de forma séria com os tabus da sociedade e procura desbravar terras tantas vezes indomáveis onde se move a autoridade e a obediência. Vale a pena lê-la enquanto poetisa, percebendo como, sempre, a mulher, o feminino, a coragem, são figuras centrais daquilo que Maria Teresa Horta escreve em versos. QUERO LER! »

Obra Poética

de Sophia de Mello Breyner Andresen

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1824-9
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: abril de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 175 x 247 x 55 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 992
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Sophia de Mello Breyner Andresen
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972371824912
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Obra exímia

Carolina Ferreira

Estão aqui também publicados alguns poemas inéditos da autora. Tendo em conta que está reunida toda a sua obra poética, o preço é bastante acessível e tentador para quem gosta de livros, de poesia e de Sophia. De tudo o que já li, tenho de destacá-la pela sua grandiosidade. É pura beleza que cai em verso do papel para a nossa alma. É tranquilizante, sensível e repleto de Humanidade! Uma poesia incrivelmente fresca e com cheiro a mar. É claro que a sua poesia não se cinge apenas ao mar, mas é um tema muito característico da sua personalidade e o que mais me fascina.

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O mundo encantado de Sophia

Luís Martins

Através de um jogo de palavras, Sophia de Mello Breyner leva-nos à descoberta de um mundo inteiro que ultrapassa as fronteiras do nosso ser. Mais do que poesia, é humanidade!

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Tudo num só!

Bruno

A vasta obra de magnífica Sophia num livro a um preço bastante tentador!

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Tão esperado

Filipa

Finalmente consegui adquirir esta grande obra. Nada melhor, para um fã de Sophia, do que ter toda a obra poética concentrada num só volume. Parabéns pela edição incrível.

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Um universo mágico...

Ilda Azinhais Velez

Ter acessível, num único volume, a obra completa de Sophia, um dos melhores poetas portugueses de sempre, é um privilégio para qualquer leitor. Percorrer a magia da palavra poética de uma mulher que, apesar do tempo em que viveu, foi livre e independente é uma benesse irresistível… Uma obra essencial em qualquer biblioteca pública ou privada.

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Imperdivel

Ricardo da Silva

Esta obra é fundamental para conhecer grande parte do legado poético da Sophia de Mello Breyner. É impressionante a quantidade de beleza que um livro pode conter.

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Obra obrigatória

Lúcia F.

É uma obra obrigatória para todos os apreciadores de poesia. Esta edição está 5 estrelas. Para quem quer começar a ler poesia e ter um bom livro para passar para os filhos e netos também aconselho. É um ótimo investimento.

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Livro para toda as idades

Maria Lino

A Antologia poética que tanto diz sobre o mar, sobre a sensibilidade feminina, sobre a essência do melhor do ser humano. O livro passará de mão em mão, entre adultos e adolescentes.

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Poetisa de enorme relevo

C. Rodrigues

Obra-prima excepcional que reflete, indubitavelmente, a sensibilidade poética de Sophia de Mello Breyner, em tudo invulgar no nosso panorama literário.

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Obra essencial

João Coelho

Sophia escreveu uma vasta obra poética ao longo da sua vida, e esta colectânea actualizada há muito fazia falta, especialmente devido à sua obra poética anterior estar há muito tempo esgotada. Para os ávidos leitores da Sophia, é essencial, e também o é para quem quer (e deve) ler os grandes vultos da poesia portuguesa.

Sophia de Mello Breyner Andresen

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944 sai, em edição de autor, o seu primeiro livro de poemas, Poesia, título inaugural de uma obra incontornável que a torna uma das maiores vozes da poesia do século xx. Os seus livros estão traduzidos em várias línguas e foi muitas vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objectos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis.
Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado activamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da «Carta dos 101 Católicos» contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, conseguida em 2002.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
No dia em que se celebrou o centenário do seu nascimento, a 6 de novembro de 2019, é-lhe concedido a título póstumo o Grande-Colar da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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