O Vermelho e o Negro
SINOPSE
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Apesar das numerosas semelhanças entre O Vermelho e o Negro e A Cartuxa de Parma, os dois romances são subtilmente diferentes na sua perspectiva erótica e na representação dos protagonistas de Stendhal. A nostalgia de glória napoleónica não abandona Julien quase até ao fim, mas extingue-se em Fabrizio depois da derrota de Waterloo. O autêntico amor não se apodera de Julien a não ser nos seus últimos dias e, ainda que não existam motivos para duvidar da sua sinceridade, tanto ele como Madame de Rênal sabem que não têm futuro, o que constitui um nada negligenciável motivo para intensificar a paixão.»
«Julien Sorel nada sabe de si próprio; só é capaz de sentir as paixões depois de as simular e tem um inegável talento para a hipocrisia. E, no entanto, Julien mantém o nosso interesse e, mais do que isso, fascina-nos, não somos capazes de sentir antipatia por ele.»
Harold Bloom, Futuro da Imaginação
«Stendhal faz com que o leitor se sinta orgulhoso de ser seu leitor.»
Paul Valéry
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896411152 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | setembro de 2010 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 233 x 23 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 440 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Clássicos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896411152 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Crítica Social
Belisa Nogueira
Este livro de Stendhal está povoado de grandes críticas à sociedade francesa das primeiras décadas do século XIX, inclusive ao sistema religioso. O autor serve-se da personagem de Julien Sorel, de origem humilde mas com ambições de riqueza, para navegar por toda a realidade social e desmascarar a hipocrisia da moral e dos bons costumes. "Amei a verdade. Onde está ela?... Só vejo hipocrisia por toda a parte, charlatanismo até nos que têm fama de ser virtuosos, de ser maiores. (...) Não, o homem não pode confiar no homem."
Impressionante
Anónimo
Aconselho fortemente a leitura deste livro, pois, remete a um espaço e tempo muito incrível, no caso a frança pós bonapartista, nos enviando num universo degenerado onde o passado heroico e prestigioso entra em conflito com um presente que tenta manter uma glória que já perdeu. E dentro dessa sociedade se desenrola um romance que nos revela as desgraças e os piores costumes por desta sociedade. Junto de uma lição de moral venerável, este é sem dúvida um clássico que não pode faltar à biblioteca de um leitor.
Um clássico
Alexandre Carvalho
Uma história densa e de época (a França de Napoleão), de um escritor reconhecido tardiamente. É sobre o amor, ou melhor, do que se pode sofrer por amor. O ritmo lento da obra não é um obstáculo, pelo contrário, impõe um tempo que permite que a história conduza o leitor. "É singular, contudo, que só tenha aprendido a arte de gozar a vida depois de lhe avistar o termo tão próximo", citação que parece resumir todo o espírito do livro.
Leitura Obrigatória
joão possante
Sendo um livro aconselhado pelo Plano Nacional de Leitura, comprei para satisfazer as necessidades de quem anda ainda a estudar, contudo e devido aos comentários que quem anda a ler me faz vou, também eu querer le-lo
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