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O Retrato de Dorian Gray

Edição não censurada

de Oscar Wilde

editor: Relógio D'Água, novembro de 2020
Esta edição reproduz o texto original de O Retrato de Dorian Gray, enviado em Março ou Abril de 1890 por Oscar Wilde a J. M. Stoddart, director de uma revista literária de Filadélfia. Mas este publicou a novela que havia solicitado a Oscar Wilde depois de ter retirado algumas centenas de palavras com referências homossexuais e que, em sua opinião, poderiam ofender as susceptibilidades dos leitores.

Em 1891, ao preparar a edição em livro, o próprio Oscar Wilde decidiu ampliá-la com novos capítulos, mas excluiu ao mesmo tempo várias referências homoeróticas que haviam escapado à censura de Stoddart. Como é explicado na nota acerca do texto, de Paulo Faria, esta edição retoma o texto original, enviado para a Lippincott’s Monthly Magazine.

O Retrato de Dorian Gray

Edição não censurada

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897830808
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: novembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 232 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897830808
e e e e e

Olhar-nos ao espelho

Rui

Através da personagem de Dorian, um esbelto jovem britânico, e do seu grande amigo e maior influência - Lord Henry, Oscar Wilde cria uma narrativa centrada num conjunto de valores onde a imagem, o prazer e a fugacidade são os principais predicados - a forma acima do conteúdo, a aparência acima da essência, o supérfluo acima da profundidade. Uma filosofia de vida - o hedonismo - onde todos os meios justificam um fim: o prazer sensorial. Basil, um pintor amigo, apaixona-se pelo aspeto de Dorian e faz o seu retrato (que dá nome ao livro). Por sua vez, o retrato faz com que Dorian se apaixone por si mesmo. O narcisismo e a paixão incontida pela sua própria imagem levam Dorian a formular um desejo audaz: ser o retrato a sofrer as agruras da vida e do tempo, e não ele. Dorian está disposto a vender a sua alma pelo prazer de manter a sua imagem jovial, esbelta, sem mácula. Incrivelmente (ficcionalmente), o desejo de Dorian torna-se realidade: o retrato torna-se no espelho da alma de Dorian, sofrendo a consequências dos seus atos e o peso dos seus anos (envelhecendo), enquanto Dorian prossegue incólume na sua vida diletante, orgulhoso da sua imagem, desfrutando dos seus prazeres fugazes, dando asas ao seu ideal hedonista, sem que a sua imagem padeça. Com o passar do tempo, que o seu corpo não sente (a sua imagem mantém-se inalterada), Dorian vai sentir o terrível peso da sua consciência e terá de lidar com os mais perturbadores sentimentos. O Retrato de Dorian Gray convida-nos a olhar para a nossa própria alma (e para os nossos valores) ao espelho. Seremos assim tão diferentes de Dorian? O que veríamos no nosso retrato, no espelho da nossa alma? Este é daqueles livros que nos encosta à parede e nos incomoda na forma como nos faz questionar, sinal inequívoco da sua qualidade e da sua relevância para a nossa formação. Um daqueles livros para ler antes de morrer.

e e e e E

Mensagem importante

the.bookstalker

Gostei bastante do livro. Achei que, apesar da linguagem un pouco arcaica, é de fácil leitura e com uma mensagem bastante importante!

Oscar Wilde

Oscar Wilde (Dublin, 1854-Paris, 1900) foi talvez o mais importante dramaturgo da época vitoriana. Criador do movimento dândi, que defendia o belo e o culto da beleza como um antídoto para os horrores da época industrial, Wilde publicou a sua primeira obra, um livro de poemas, em 1881, a que se seguiram duas peças de teatro, no ano seguinte. Em 1884, casou com Constance Lloyd, e a partir de 1887 iniciou uma fase de produção literária intensa, em que escreveu diversos contos, peças de teatro, como O Leque de Lady Windemere, Um Marido Ideal e A Importância de se Chamar Ernesto, e um único romance, O Retrato de Dorian Gray, considerado por muitos como a sua obra mais bem conseguida. Mordaz e irónico, Oscar Wilde alcançou enorme sucesso com as suas comédias de salão. Porém, em 1865, foi atingido pela adversidade: acusado de homossexualidade, foi violentamente atacado pela imprensa, tendo caído em desgraça. O processo judicial em que se viu envolvido levou-o à prisão, ao ser condenado a dois anos de trabalhos forçados. Cumprida a pena, abandonou definitivamente Inglaterra e fixou-se em Paris, onde viria a morrer em 1900.

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