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O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz

de Oscar Wilde
Editor: Porto Editora, agosto de 2013 ‧
8,85€
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
A leitura de um destes contos é obrigatória para o 4.º ano de escolaridade.

Estes dois contos revelam-nos o valor da partilha através de duas figuras únicas: um gigante que tinha um belo jardim mas que, por ser muito egoísta, não deixava ninguém brincar nele; um príncipe feito estátua coberta de ouro e pedras preciosas que, apesar de ser feliz, se comove com o sofrimento dos homens, optando por se despojar pouco a pouco da sua riqueza.

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A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura. Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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Livros que as crianças adoram

Os gostos formam-se, mas estes parecem unânimes. É fazer a experiência: atirar o livro como um anzol e ver se a criança não fica logo enganchada. Temos vários estilos e a certeza de um leitor. A minha primeira enciclopédia É uma maravilha, em parte porque parece uma janela aberta para o mundo inteiro. As enciclopédias têm o condão de mostrar tudo num livro. As primeiras enciclopédias têm um condão ainda maior: trata-se de abrir os olhos a quem ainda está a aprender a aguentar as pálpebras. A curiosidade de quem tem um olhar virgem alia-se a uma catadupa de informação, apresentada de forma clara e lúdica. O livro, cheio de imagens, é uma aula dinâmica em tantas coisas: história, animais, países, plantas, espaço, vulcões, tremores de terra. Dos continentes à China Antiga, tudo parece estar ali numa visão panorâmica. É tirar os miúdos do berço e meter-lhes isto à frente.
QUERO LER!








  Cheguei atrasado à escola porque... Parece “A verdade”, conto de Almada Negreiros, para crianças. No conto, o autor português descrevia uma criança a meter os pés pelas mãos, tentando explicar com voltas o que tinha explicação simples: porque se atrasara, afinal, para chegar à escola? O miúdo inventou de tudo, até tentou dizer que estava de luto, e afinal ficara em pasmo a olhar para uma boneca. Aqui, bate-se no mesmo, e temos um menino criativo, entre desenhos criativos, a dizer que umas formigas gigantes lhe comeram o pequeno-almoço, que foi atacado por ninjas ferozes, que se cruzou com um gorila que confundiu o autocarro amarelo com uma banana, e por aí fora. Imaginação não falta, e por isso é divertido. E, com sorte, pode dar ideias às crianças: se for para inventar histórias, que seja das boas. QUERO LER!

  Piolha A Pavlina era conhecida por Piolha. Lá por casa, era a única menina entre homens, e a mais nova de todos os irmãos. Desengane-se quem vá achar que o elemento mais novo é o protegido. Ali, ela era o elo mais fraco, aquele para quem sobravam as tarefas domésticas. Para se entreter, tocava piano, quando conseguia deitar-lhe a mão. Um dia, depois de aparecer com um olho roxo, resolveu mandar o piano às urtigas e dizer que ia dedicar-se ao boxe. Os irmãos riram-se, mas nunca é boa ideia rir de alguém que está prestes a aprender a desferir socos a sério. O pai lá foi mais sagaz e percebeu que havia determinação na filha. Entre ilustrações, o leitor lá acompanha uma miúda em luta contra as expectativas – sempre com a expectativa de que, em combate, seja ela a acertar no olho de alguém. É que, depois de saber usar os punhos, é bem possível que a vida em casa não seja sempre uma luta. QUERO LER! O gigante egoísta e o príncipe feliz Há, em Oscar Wilde, um tom de encanto que nunca se perde, esteja ele a falar de príncipes ou de um homem hedonista. Por Oscar Wilde, resolvi aprender inglês, lançando-me à leitura de O Retrato de Dorian Gray em duas línguas. Para os pequenos, podemos começar por aqui, em boa tradução para português. Neste pequeno volume, temos duas histórias que tocam ali no inesquecível. Numa, há um gigante com um belo jardim – um jardim tão belo que ele não queria partilhar-lhe a vista com ninguém, por egoísmo puro, mas uma história, uma vez escrita, já é de toda a gente. Noutra, há um príncipe transformado em estátua coberta por ouro e pedras preciosas: sendo feliz, comove-se com o sofrimento alheio, esse que pertence a quem é gente. Só esta ideia já nos deixa cheios de comiseração por ele. QUERO LER!

O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72684-1
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: agosto de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
EAN: 978972072684123
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Leitura obrigatória desde o pré escolar

Nmar

Histórias brilhantes, que carregam significado. Deve ser lido a qualquer criança que já tenha capacidade para compreender as lições intrínsecas às histórias.

adorei o livro

sandra duarte

eu tenho o livro O Gigante Egoísta e O Príncipe feliz e eu adoro.o eu não parou de o ler todos òs dias....¿¿¿¿¿

LIVRO PARA TODOS

Prazeres Dias Faria

Li com o meu filho, gostamos muito, as 2 leituras são de fácil interpretação e terminam com uma moral muito interessante.

O livro preferido do meu filho nestas férias

Maria do Céu Lage Pereira

Encomendei o livro para o meu filho que frequenta o quarto ano de escolaridade. Lêmo-lo juntos e adorámos. Eu já conecia o autor de outras leituras, mas desconhecia esta faceta mais juvenil e penso que não fica a dever nada ao Oscar Wilde para leitores mais crescidos. Uma leitura moralizante e bela que deixa em todos uma agradável impressão!

MUITO BOM

sandra nunes

Mandei vir este livro para um miudo de 9 anos e é um livro que se lê muito bem e com grandes ensinamentos de vida.

A minha filha tem gostado

Ana Rua Atabão

Encomendei por estar na lista de material da escola e até agora achei muito engraçado e os miudos em opinião geral gostam.

duas historias que se ligam

helena encarnação

duas historias que se ligam e são adequadas á idade recomendada e ao plano nacional de leitura, tema de fácil leitura

Muito bom

Brígida

Mandei vir este livro porque fazia parte do PNL e por ser de Oscar Wilde (conhecido pelas suas histórias com moral) e não me arrependi. No final existem algumas sugestões de tarefas para podermos desenvolver com os alunos. É uma coleção que vale a pena ser feita!

muito giro

Rosy

leitura muito gira para alunos do 4º ano

A libertação...

Luís Guia

Quer o Gigante, quer o Príncipe se libertaram pela perda do egoísmo e da felicidade... Oscar Wilde para ler e ensinar aos mais pequenos... e graúdos!

Uma lição para a vida

Vitor Fernandes

Contos imortais de Oscar Wilde, sempre actuais e com mensagens muito fortes sobre verdadeira amizade.

Historias com Moral

Paulo Bandeira

Livro comprado tendo em conta o Plano Nacional de Leitura. História imortal de Oscar Wilde, que faz as delícias de crianças e adultos.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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