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O Menino-Estrela

de Oscar Wilde
Editor: Porto Editora, outubro de 2014 ‧
8,85€
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5.° e o 6.° ano de escolaridade.

Dois lenhadores voltam do trabalho na floresta para casa, numa noite fria de inverno, quando veem uma estrela-cadente. Ao aproximarem-se do salgueiro onde a estrela caiu, deparam-se com uma criança envolta num manto dourado, enfeitado com estrelas. Um deles leva a criança para casa, onde ela cresce: um menino vaidoso e cruel.

Que dificuldades terá este menino de enfrentar até que encontre o verdadeiro sentido da humildade, respeito pelo próximo e amor aos demais?

A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

O Menino-Estrela

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72716-9
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: outubro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas
EAN: 978972072716916
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Escola

Vera Bernardino

Livro bastante útil em idade escolar (6°ano), de fácil leitura ,e que ajuda a uma rápida compreensão da história

Uma lição importante

Paulo

O livro fica um aspecto muito importante: o narcisismo. Pretende mostrar as suas consequências. Ainda assim talvez seja um livro mais adequado para crianças mais novas dado a linguagem e o proprio grafismo do livro.

História muito ternurenta

Ana Rita Roque

É de fácil leitura para os miúdos, e a história transmite valores importantes como a solidariedade e a importância da entreajuda. Leva também a que os miúdos interiorizem conceitos entre o que é a descriminação e a importância do respeito. Foi uma excelente opção para a minha sobrinha na escolha de um livro a apresentar em sala de aula no 5º ano

Educativo

Ana Moreira

Um livro fabuloso para a educação e futuro das crianças.

Todos deveríamos ler

Catarina Fernandes

Mais uma obra fantástica que foca alguns dos valores que realmente importam na vida!

O Livro que toca no coração

Afonso

Este livro ensina que todas as pessoas podem mudar a sua atiude

Uma lição de vida

Maria dos Anjos Berjano Valadas

este livro é uma verdadeira lição de vida, demonstra na perfeição como os nossos atos e atitudes tem uma repercussão direta sobre a nossa vida. Comprova o proverbio popular de que quem semeia ventos, colhe tempestades, mas também nos ensina que aprendemos com os nossos erros e estamos sempre a tempo de mudar a nossa atitude perante os outros e perante nós próprios.

Bom

Claudia Gomes

Este conto fala-nos de uma história comovente que toca no coração de todos. Livro muito bom para crianças com idades até aos 11/12 anos

well

Susana

Achei um livro muito interessante e adequado ao ensino.

Um livro que ensina o princípio da humildade

Ana Barrelas

Trata-se de um conto que toca o coração de quem o lê e que, embora seja uma alegoria a tantas situações a que ainda hoje assistimos, é facilmente compreendido por crianças com idades entre os 8 e os 11 anos de idade. Diria que é especialmente indicado para aquelas crianças que tomam tudo como garantido.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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