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O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

Uma história de amor (Livro de Bolso)

de Jorge Amado; Ilustração: Carybé
Editor: BIS, Janeiro de 2010 ‧
7,50€
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Jorge Amado escreveu O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá em 1948, para o seu filho João Jorge, quando este completou um ano de idade. O texto andou perdido, e só em 1978 conheceu a sua primeira edição, depoi de ter sido recuperado pelo filho e levado a Carybé para ilustrar. Com ilustrações belíssimas, para um belíssimo texto, a história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá continua a correr mundo fazendo as delícias de leitores de todas as idades.

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

Uma história de amor (Livro de Bolso)

de Jorge Amado; Ilustração: Carybé

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722020244
Editor: BIS
Data de Lançamento: Janeiro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 126 x 192 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Coleção: BIS
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789722020244
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

O amor na diferença

David Laranjeira

É um conto adorável e uma metáfora sobre o preconceito rácico. Para jovens e adultos.

Bom

Liliana Sobreira

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá é uma narrativa breve e emocionante que, apesar da aparência simples, transmite lições profundas sobre respeito, amor e a superação de preconceitos. Por trás da fábula, há reflexões que tocam também os leitores adultos, mostrando que a história vai além do conto infantil.

História de amor

Carolina Ferreira

Foi talvez das histórias de amor mais ternurentas que li até hoje. Apesar do seu fim, sinto-me bem por tê-la lido com a idade que tenho, pois a interpretação que faria dela há uns anos atrás seria completamente diferente da que fiz hoje. Aprendemos muito com as histórias escritas para crianças quando as lemos em adultos. E acho que se as lermos quando tivermos 40 e 50 e 60 anos as interpretações variarião inevitavelmente, devido às experiências de vida que vamos tendo.

Gostei do livro

VP

Um livro com uma história simples e bonita, com um final diferente e interessante.

Uma história ...

Carla Sarmento

Uma história diferente, com um final diferente. Uma história para todas as gerações. Uma história que mostra as voltas que a vida pode dar, e que mesmo assim podemos ter uma final feliz.

PLN

AD

Se calhar pouco interessante para um adolescente do 8.º ano; mas uma boa forma de diversificar a leitura.

Lindo

António Serra

Uma história para ler em qualquer idade. Esta obra devia ser lida por todos.

Lindíssima historia

Manuela Mendes

Muito bom! De leitura muito simples para qualquer idade, uma história incrível. Recomendo!

5 estrelas!!!!!!!!!!!!!!!

APJ

Lindo, simples, intemporal, encantador, ternurento, etc... É obrigatório ler!!!!!!!!!!!!!!

Ler, é obrigatório.

Nery Ribeiro

Das histórias mais simples e mais belas que já li.

Livro muito bom

Rt

Com uma história intemporal este livro é perfeito para qualquer idade, muito bem escrito e de leitura fácil é um livro perfeito para jovens e idosos, dos 8 aos 80

Obrigatório

Ligia

Um livro ternurento e bem disposto.

Recomenda-se

Jaqueline Sousa Miguel

Foi uma leitura bela pela sua simplicidade e ternura. Apaixonei-me pelos personagens e pelo simbolismo que história carrega...

Gostei muito do livro e a minha filha tambem!

Alice Vilela

A história está escrita com muita simplicidade...mesmo ao estilo de Jorge Amado. É uma história encantadora, para todas as idades.

SOBRE O AUTOR

Jorge Amado

Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de agosto de 2001. Viveu uma adolescência agitada, primeiro, na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). Politicamente de esquerda, foi obrigado a emigrar, passando por Buenos Aires, onde escreveu O Cavaleiro da Esperança (1942), biografia de Carlos Prestes, depois pela França, pela União Soviética... regressando entretanto ao Brasil depois de ter estado na Ásia e no Médio Oriente. Em 1951 recebeu o Prémio Estaline, com a designação de "Prémio Internacional da Paz". Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966) em que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. O seu sentimento humano e o amor à terra natal inspiram textos onde é evidente a beleza da paisagem, a tradição cultural e popular, os problemas humanos e sociais - uma infância abandonada e culpada de delitos, o cais com as suas misérias, a vida difícil do negro da cidade, a seca, o cangaço, o trabalhador explorado da cidade e do campo, o "coronelismo" feudal latifundiário perpassam significativamente na obra deste romancista dos maiores do Brasil e dos mais conhecidos no mundo. Fecundo contador de histórias regionais, Jorge Amado definiu-se, um dia, "apenas um baiano romântico, contador de histórias". "Definição justa, pois resume o carácter do romancista voltado para exemplos de atitudes vitais: românticas e sensuais... a que, uma vez por outra, empresta matizes políticos...", como diz Alfredo Bosi em História Concisa da Literatura Brasileira. Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.

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