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O Fantasma de Canterville

de Oscar Wilde
Editor: Porto Editora, março de 2014 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Plano Nacional de Leitura
Leitura recomendada para o 9.º ano de escolaridade.

A primeira história publicada por Oscar Wilde leva-nos a um castelo assombrado, adquirido por uma abastada família americana que não acredita no sobrenatural, obrigando o pobre fantasma residente a encetar numa série de estratagemas para assustar os seus novos hóspedes. Nunca o fantástico, o terror e a comédia se combinaram numa trama tão genial, que nos diverte e nos leva a refletir sobre os valores mais elevados da vida.

A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura. Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

O Fantasma de Canterville

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72695-7
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: março de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 978972072695719
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Comédia, não terror

Paulo

A sério... como não adorar Oscar Wilde quando faz comentários sarcásticos... neste caso, e ao estilo britânico adequado, contra americanos arrogantes e cultos da adolescência e os seus primos ingleses de lábios carnudos e presos às tradições? Cheio de inteligência do princípio ao fim, o conto de Wilde é encantador, envolvente e perfeito. Para uma história com menos de 30 páginas, Wilde alcança muito, usando uma precisão de bisturi tanto na sua linguagem como no seu enredo para contar uma história com um pouco de tudo. O humor é considerável, a tristeza e as emoções mais suaves são amplamente representadas, e o brilhantismo está presente em todo o enredo.

O Fantasma de Canterville

António Ferreira

"O Fantasma de Canterville" é um livro de fácil leitura e compreensão. Nesta obra, Oscar Wilde apela à imaginação de cada um dos seus leitores mantendo a possibilidade da interpretação própria. É um livro adequado a todas as idades sendo que irão sempre surgir diferentes opiniões e pontos de vista sobre o mesmo, contudo, acabarão por convergir sempre no mesmo ponto: a imaginação, a permissão ao alcance da utopia. Por fim, recomendo vivamente a aquisição desta obra, tenho a certeza de que nao se arrependerão de a ler e viajar por todo este novo mundo que Oscar Wilde nos criou.

Opinião pessoal

Ana Pereira

Nunca tinha lido nada de Oscar Wilde e devo confessar que fiquei fascinada e entusiasmada com a sua escrita e acima de tudo com a sua criatividade. O Fantasma dos Canterville é uma história divertida e ao mesmo tempo leva o leitor a refletir sobre questões sérias como o bem, o mal, o amor, a morte e as relações entre pessoas de diferentes culturas, ou, no caso do próprio Fantasma, de diferentes mundos. Adorei este pequeno conto e recomendo a todos a sua leitura.

Fantasma de Canterville

Anabela Moço

O meu filho anda no 8º ano e pediu para o ler. Comprei o livro e ao fim de três dias já o tinha lido e adorou.Muito bom e de leitura agradável. Na escola falou dele aos colegas, o que levou já a algumas aquisições. .

Opinião

Fernanda Carvalho

Faz parte da leitura obrigatória do 9º ano na escola do meu filho. Não foi das suas leituras preferidas, mas acabou por achar piada ao fantasma. :) Divertimo-nos os dois!

Recomenda-se

Rute

Recomendado pela docente 9º ano. Apelativo à leitura dos jovens

Um ótimo livro

Olga Cordeiro

A minha filha tinha de ler este livro como leitura obrigatória no 9º ano. Estava um pouco receosa de o tema não lhe agradar, no entanto, adorou, lendo-o em pouco tempo. Apelo para a leitura deste.

Muito, muito divertido

Carlos Tenente

A professora de português da minha filha recomendou a leitura deste livro. Por vezes, os miúdos acham os livros de leitura escolar obrigatória pouco atractivos, com histórias pouco apelativas. Neste caso, a minha filha divertiu-se imenso, achou-o muito engraçado, tendo o lido num só dia.

Um bom livro

Maria João Mendes Palma

Este livro fez parte do plano curricular do meu filho no 8º ano. O que posso dizer é que ele o leu várias vezes sendo que na primeira vez demorou um dia.

gostei imenso

Ana Cristina Adelino Figueiras

gostei muito de ler este livro ,fácil de ler e entender....eu li o meu filho leu .....a historia deixa-nos envolvidos ....é fabuloso ....e recomendo a sua leitura e compra ......obrigado

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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