O Banqueiro Anarquista
SINOPSE
Trata-se de uma obra bastante actual, que choca pelo seu carácter vincadamente universal, pois este é um diálogo que poderiam manter duas personagens em qualquer parte do mundo (sobretudo ocidental).
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789726080046 |
| Editor: | Antígona |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 1981 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 130 x 212 x 3 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 72 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789726080046 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Hilariante e Perspicaz
José Manuel Rodrigues dos Santos
Este pequeno conto de Fernando Pessoa lê-se numa tarde, não só por ser curto, mas principalmente por ser genial e viciante. A partir do momento que começamos a ler e ouvimos a premissa deste banqueiro que se diz não só anarquista, como também o único - real - anarquista (na teoria e na prática), só conseguimos parar quando acabamos de ler toda a sua argumentação. Não desilude. Este conto prova que Pessoa não é apenas genial em poesia.
Conto delicioso
José Manuel Rodrigues dos Santos
Pessoa, através duma conversa entre dois senhores, consegue entreter, divertir e ensinar o leitor. Este conto de "raciocínio" é um clássico. Li-o numa tarde e não me arrependi nem um pouco. Recomendo muito.
Atual.
Cátia Matias
Apesar de ter sido escrito há 98 anos é surpreendentemente atual. A possibilidade de um banqueiro poder ser também um anarquista deixou-me curiosa. É este paradoxo que nos envolve nesta leitura do inicio ao fim. É um livro pequeno, composto por um diálogo verdadeiramente interessante e que nos faz questionar os valores da sociedade atual.
"Anarquia"
Mercedes
Um conto filosófico que induz pensamentos paradoxais ao leitor atento. Muito bom.
Quando a solidez ética é fraca
Dinis Evangelista
Este texto de Pessoa confirma que o ser humano, não só não é coerente ao longo da vida, como a qualquer momento - mercê de qualquer cargo de relevo que consegue, banqueiro ou outro - esquece todos os princípios teóricos que defendeu na adolescência, e que considerava eternos. Trata-se de uma crítica muito actual, cuja leitura aconselho. Tive a sorte de (já) ter sido o Banqueiro anarquista numa adaptação para teatro.
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