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Maria Moisés

de Camilo Castelo Branco
Editor: Book Cover Editora, julho de 2025 ‧
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Maria Moisés, uma das Novelas do Minho de Camilo Castelo Branco, foi escrita nos anos 1876-77. Dividida em duas partes, na primeira conhecemos a paixão trágica de Josefa da Lage e António de Queiroz, e na segunda a vida da sua filha, Maria Moisés.

Caracterizada pelo dramatismo camiliano, a história inicia com a morte trágica de Josefa no mesmo dia em que a sua filha é encontrada dentro de um berço no rio.

Maria Moisés é criada por um fidalgo e pelas suas irmãs, que, como não têm herdeiros, deixam a Maria a sua quinta após falecerem. Nesta quinta, Maria Moisés cuida de enjeitados que não têm para onde ir; no entanto, devido às dívidas geradas por esta obra de caridade, vê-se obrigada a vender a quinta. É aí que se dá o desfecho feliz desta história que inicia de forma tão funesta.

Maria Moisés

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899126862
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: julho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 171 x 140 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Coleção: Camilo Castelo Branco - 200 Anos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899126862

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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