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Maria! Não Me Mates, que Sou Tua Mãe!

de Camilo Castelo Branco
Editor: Book Cover Editora, julho de 2025 ‧
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Este volume divide-se em três contos:

Maria! Não me Mates, que Sou Tua Mãe! relata o crime horrendo cometido por Maria José, que mata a sua própria mãe. Este conto foi, primeiramente, publicado anonimamente, e só 40 anos depois se soube que tinha sido Camilo Castelo Branco a escrevê-lo.

Em A Senhora Rattazzi, Camilo tesse um comentário, marcado pela ironia que o caracteriza, sobre o livro Le Portugal à Vol d’oiseau. Portugais et Portugaises, escrito pela Sr.ª Rattazzi depois "de estudar os Portugueses e as Portuguesas com frequentes visitas celebradas por menus económicos e risos de ironia larga".

Por último, no conto Aquela Casa Triste… o autor conta a breve e infeliz história de António Duque, o Africano, e da sua filha, Deolinda, que perdem a sua riqueza num naufrágio quando vinham de África para morar em Portugal. Pelo meio, surge a história, esta mais feliz, do casamento de Amélia de Barcelos com António do Couto de Baixo.

Maria! Não Me Mates, que Sou Tua Mãe!

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899126961
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: julho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 205 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Coleção: Camilo Castelo Branco - 200 Anos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899126961

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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