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A Doida do Candal

de Camilo Castelo Branco
Editor: Book Cover Editora, julho de 2025 ‧
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Lúcia Peixoto é ameaçada com o convento pelo irmão, Simão, para que este possa ficar com a herança dela. Desesperada, Lúcia pede ajuda a Marcos Freire, primo por quem é apaixonada. Marcos e José Osório conseguem retirar Lúcia de sua casa, mas Simão fica furioso e acaba por matar Marcos num duelo combinado por ambos. Quando Maria de Nazaré, com quem Marcos tem um filho, sabe da sua morte, endoidece, e passa a ser chamada de a doida do Candal.

Um retrato de uma família, pelas mãos do mestre da escrita romântica portuguesa, Camilo Castelo Branco.

A Doida do Candal, publicada em 1867, foi um grande sucesso na altura, tanto a nível crítico como a nível comercial.

A Doida do Candal

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899126893
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: julho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 205 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Camilo Castelo Branco - 200 Anos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899126893

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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