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Amor de Perdição

(Memórias duma família)

de Camilo Castelo Branco
Editor: Porto Editora, Janeiro de 2016 ‧
8,85€
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EM STOCK -
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Plano Nacional de Leitura.
Leitura recomendada no 11.° ano de escolaridade.

Obra incontornável do movimento romântico português, Amor de Perdição leva-nos a conhecer uma das mais apaixonantes histórias de amor de todos os tempos. Simão e Teresa (qual Romeu e Julieta) pertencem a famílias inimigas, mas a paixão que os une fá-los acreditar que tudo é possível. Poderá este amor vencer todos os obstáculos ou será o caminho para a sua perdição?

A Coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e no Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

Amor de Perdição

(Memórias duma família)

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72727-5
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 978972072727517
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Excelente

Ana Farias

Livro para leitura escolar, mas para ler em tempo de férias. De excelente qualidade, capa mole. Entrega super rápida.

Um clássico português

Rui Teixeira

Obra de leitura recomendada para o Ensino Secundário, a narrativa subjacente a este marco literário, surgido da pena de Camilo Castelo Branco, significa um testemunho do Romantismo como movimento estético de monta e uma história que atravessa gerações e toca leitores em circunstâncias múltiplas e transversais. A ler, sem sombra de dúvida.

Comentario

ISABEL

Um classico da literatura portuguesa que sabe sempre bem reler

Amor condenado

Marta Segão

Li há muitos anos atrás, mas já não me recordava desta trágica história de Teresa e Simão. Num tempo em que, às mulheres, era destinado o casamento arranjado ou a vida religiosa, e sendo as duas famílias inimigas, o amor daqueles jovens esteve sempre condenado. Ainda assim, se houve, quem sabe, um "exagero" na fatalidade com que lidaram com esse amor proibido, é curioso ver que, nos dias que correm, tudo seria, eventualmente, vivido, com um maior desprendimento e capacidade de ultrapassar e seguir em frente com indiferença. Os tempos mudam, mas os extremos mantêm-se, ainda que em sentidos opostos.

Amor de Perdição

MBBM

Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco é uma obra muito interessante com romance e drama capaz de captar a atenção dos entusiastas de obras do género. Este livro explora as vertentes românticas e trágicas de um amor proibido sendo perfeito para quem gosta de tragédias, tal como: Romeu e Julieta. É uma obra relativamente simples com uma história bastante interessante, capaz de se adaptar a todas as idades.

Excelente!

Dulce

Essencial e excelente para o programa de português do 11° ano.

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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