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O Defunto

de Eça de Queirós
Editor: Book Cover Editora, novembro de 2025 ‧
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No ano de 1474, um cavaleiro de nome D. Rui apaixona-se por uma bela senhora chamada D. Leonor, esposa de D. Alonso de Lara. Como D. Leonor parece não reparar nele, este decide esquecê-la e seguir com a sua vida. Porém, D. Alonso, um marido ciumento e possessivo, apercebeu-se do interesse de D. Rui e quer fazê-lo pagar. Para tal, engendra um plano malvado. A história toma uma reviravolta quando a salvação de D. Rui vem na forma de um enforcado; sim, um morto.

Um conto curto, envolvente, que mistura tanto amor como terror na mesma história. Esta edição inclui mais dois contos de Eça de Queirós: Um Poeta Lírico e No Moinho.

O Defunto

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899267190
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 208 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 68
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899267190

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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