Do Amor
SINOPSE
CRÍTICAS
«Vemos que a matemática de Stendhal se torna imediamente complicadíssima: a quantidade de felicidade é por um lado uma grandeza objectiva, proporcional à quantidade de beleza; por outro é uma grandeza subjectiva, na sua projecção à escala hipermétrica da paixão amorosa. Não é em vão que este capítulo XVII, um dos mais importantes do nosso tratado, se intitula A beleza destronada pelo amor.
Mas então até na beauté passa a linha invisível que divide todos os sinais e podemos aí distinguir um aspecto objectivo - aliás difícil de definir - de quantidade de beleza absoluta, e o aspecto subjectivo do que é belo para nós, composto de "cada nova beleza que se descobre em quem se ama". A primeira definição de beleza dá o tratado, no capítulo XI, é "uma nova capacidade de dar prazer". Segue-se uma página sobre a relatividade do que é beleza, exemplificada com duas personagens fictícias do livro: para Del Rosso o ideal de beleza é uma mulher que a todo o momento sugere o prazer físico, e para Lisio Visconti deve incitar ao amor-paixão.»
[Italo Calvino sobre Do Amor, em Porquê Ler os Clássicos]
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896411169 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | novembro de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 236 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 360 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Clássicos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896411169 |
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