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Clepsydra

Poemas de Camilo Pessanha

de Camilo Pessanha
Editor: Assírio & Alvim, Janeiro de 2008 ‧
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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

«Na Clepsydra de Pessanha, tal como na obra de Camões, perpassa a imaginação criadora da alma colectiva portuguesa, perene na saudade, universal, cósmica e cristã, pelo mundo em pedaços repartida.» (António Barahona)

Depois das bodas de oiro,
Da hora prometida,
Não sei que mau agoiro
Me enoiteceu a vida…

Temo de regressar…
E mata-me a saudade…
— Mas de me recordar
Não sei que dor me invade.

Nem quero prosseguir,
Trilhar novos caminhos,
Meus pobres pés, dorir,
Já roxos dos espinhos.

Nem ficar… e morrer…
Perder-te, imagem vaga…
Cessar… Não mais te ver…
Como uma luz se apaga…

Clepsydra

Poemas de Camilo Pessanha

de Camilo Pessanha

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-0795-3
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: Janeiro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 133 x 201 x 32 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789723707953
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

leitura fácil

FR

Não se caracteriza por leitura fácil, mas quando se entra no mundo de Camilo Pessanha, tudo ganha simbolismo, interesse e razão!

Clepsydra, Camilo Pessanha

Mariana Silva

Um dos melhores exemplos do simbolismo português, esta obra é imperdível para os amantes de Literatura e um reflexo da genialidade de Pessanha.

Pessanha é um clássico

Maria Teresa Meireles

Um clássico da nossa poesia, num estilo muito próprio. Belíssima edição.

Fulminante

Ruben E.

A sensibilidade de Camilo Pessanha é fulminante. Editada pela Assírio, a única obra do poeta é acompanhada por um posfácio esclarecedor, fulgurando sobre a opacidade da vida do poeta.

Interessante

Ivone Silva

Este é um livro apaixonante para quem gosta de poesia.

SOBRE O AUTOR

Camilo Pessanha

Nasceu em Coimbra em 1867 e partiu para Macau em 1894, onde acabou por morrer em 1926, vítima da droga e da tuberculose. É considerado o melhor poeta simbolista português e influenciou diretamente a geração de Orpheu.

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