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Poesia

de Daniel Faria

editor: Assírio & Alvim, setembro de 2015
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O presente volume reúne toda a poesia de Daniel Faria e dá a conhecer ao público, pela primeira vez, treze poemas inéditos. A edição é de Vera Vouga, professora do poeta que acompanhou os seus primeiros passos literários. Este livro integra o Plano Nacional de Leitura: Ensino Secundário - sugestões para leitura autónoma.

Daniel Faria deixou-nos demasiado cedo. Este é um livro de poesia que se pode abrir em qualquer página porque todos os poemas são um espanto.

Cláudia R. Sampaio

Poesia

de Daniel Faria

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1844-7
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: setembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 212 x 33 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 464
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972371844723
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Consagração

João Simões

A colectânea da poesia de Daniel Faria não tem comentário que lhe faça jus: é preciso lê-la, demora-la, degusta-la, fazer queimar as páginas em lume brando. Um dos tesouros por descobrir da poesia portuguesa. Não pode merecer menos que a classificação máxima e distinção entre os mais distintos.

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“Mas não me importo de dormir ao relento entre as tuas mãos.”

Sofia Micalli

Daniel Faria deixou-nos cedo demais. Tinha 28 anos e tanto para escrever. “Desde que nos deixaste o tempo nunca mais se transformou”, diz no inicio de um poema (Explicação da Ausência) A poesia de Daniel Faria revela vocação mística, simbolismo, muitas leituras e um vasto conhecimento do Homem/Mundo. A sua poesia é mais velha do que ele. Contém mais experiência do que os poucos anos vividos.

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uma voz com futuro

Rui Vieiro

Daniel Faria, é um trovão numa tarde de verão, os elementos nacionais,a sua paisagem humana e emocional, e uma sede sem limites faz da voz de Daniel Faria acima de tudo fala, não do que muda, mas sim o que permanece, e tão é importante nestes nossos dias. Rui Vieiro

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Um modo de o amar depois do tempo

Margarida Monteiro

A poesia do Daniel Faria está algures entre o céu e a terra. Como o próprio diz, "ligeiramente acima do que morre". Este livro é simultaneamente uma experiência poética e espiritual.

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Imprescindível

N.Almeida

«Fosses tu uma ave ou uma folha E o Outono te viria desprender» O que sobrou dos seus curtos 28 anos de vida é reunido neste magnífico volume publicado pela Assírio e Alvim. Perdeu-se um grande poeta. É da mais elementar justiça a sua obra seja levada até onde merece - ao grupo dos poetas maiores da nossa língua.

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Uma porta para poesia

VFontes

A poesia de Daniel Faria - toda reunida neste livro - é um convite para quem se quer iniciar naquela que é, talvez, a maior viagem literária que um leitor pode querer fazer, a da poesia. Este é, pois, um livro consensual, de iniciação, de inspiração, de compreensão do que é a escrita poética e o ofício do Poeta. É porta para abrir e entrar, porto para embarcar sem receios de naufragar, janela para ficar debruçado para Ela. É, por isso, um livro que nos ensina a gostar de Poesia.

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Daniel Faria-poeta maior

Maria Carneiro

Apesar de precocemente desaparecido (morreu com 28 anos) a sua poesia é de uma maturidade e precocidade impressionantes. Conta-se que quando lhe pediram, um dia, que traçasse um auto-retrato, Daniel Faria escreveu que era «um rosto que há-de vir». Eu creio que com a leitura da sua obra se conclui que já tinha chegado...é difícil ser melhor do que mostra este livro. Mesmo quem não partilhe uma visão mística e religiosa (estava a um passo de se tornar padre quando faleceu), não fica indiferente à beleza da sua poesia e à forma como "molda" a palavra (o que ele explica neste poema: Conserto a palavra com todos os sentidos em silêncio Restauro-a Dou-lhe um som para que ela fale por dentro ilumino-a Ela é um candeeiro sobre a minha mesa Reunida numa forma comparada à lâmpada A um zumbido calado momentaneamente em enxame Ela não se come como as palavras inteiras Mas devora-se a si mesma e restauro-a A partir do vómito Volto devagar a colocá-la na fome Perco-a e recupero-a como o tempo da tristeza Como um homem nadando para trás E sou uma energia para ela E ilumino-a

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Poeta de excepção

Maria Teresa Meireles

Poesia pura, sensível e requintadamente envolvente. Este livro reúne toda a sua poesia e é, por isso e simultaneamente, uma homenagem, reconhecimento da qualidade da sua poesia, e uma imersão poderosa no universo de Daniel Faria.

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Poeta maior

VLPM

Um poeta maior da literatura portuguesa, que lentamente foi ganhado presença fora do grupo dos fieis amigos que com ele privaram. Este livro reedita a edição, em 2003, pela Quasi, entretanto indisponível. Reúne toda a obra édita. Inclui alguns, poucos, inéditos. Um dos meus livros mais queridos.

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Sair do Nevoeiro e Sombra

Ivo Silva

Não é tarefa fácil falar de um livro, de uma obra, de um todo concentrado de poesia. Todavia considero imperativo, em primeiro lugar, evitar tanto quanto possível um erro comum entre aqueles que escrevem ou que opinam sobre obras poéticas. Procurar ler a pessoa do autor através dos seus versos é uma inutilidade. É como avaliar alguém pelos sapatos que calça, pela roupa que veste, pela máscara que usa. Se um poema é, regra geral, muito mais que o conjunto de palavras, e se esse muito mais é a alma, o difuso, o metafísico, o universal, o complexo, o contraditório, o sentido para lá do verbo, o que lá não está expresso, e que acaba por fazer toda a diferença, não se pode assim considerar aquilo que não existe como base de caracterização da plena e complexa existência que é o seu autor. Nada nem ninguém se ergue estático e definível em solo movediço e indefinido. Houve, face à indefinição ou à necessidade do poeta de mudar o reflexo do espelho, quem usasse o rótulo de ‘fingimento’, que o poeta ‘era um fingidor’. Não digo tanto, tão friamente. Será só e apenas, poeticamente, exercício da ‘liberdade de não ser’… Daniel Faria foi um poeta que navegou muito ao largo das praias da fama. A morte física ajudou, é certo, mas a poesia que escreveu e que nos deixou em vida mereceria muito mais que o redil apertado em que ainda timidamente circula. Natural de Baltar, Paredes, frequentou o seminário e foi na clausura beneditina de Singeverga, quando contava 28 anos de idade, a poucos dias da sua ordenação sacerdotal, que uma queda estúpida mas fatal lhe roubou o último sopro de vida. Deixou-nos os seus versos espalhados por cinco livros e por umas quantas folhas inéditas dedicadas e oferecidas a amigos e condiscípulos. No ano transacto, a sua obra foi integralmente compilada numa só e meritória publicação da editora Assírio & Alvim, coordenada por Ana Vouga, o livro ideal para quem queira (re)descobrir a inigualável obra de um poeta ainda assim permanecido em nevoeiro e sombra.

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Grande poeta contemporâneo

João Paulo Coelho

Comprei o livro sem conhecer muito sobre o poeta, excepto alguns poemas e a sua curta biografia. Ainda não terminei o livro, mas, como escritor, posso afirmar que me inspirou imenso, e que é da poesia nacional que mais me fascinou nos últimos tempos.

Daniel Faria

Daniel Faria nasceu em Baltar, Paredes, a 10 de abril de 1971. Frequentou o curso de Teologia na Universidade Católica Portuguesa – Porto, tendo defendido a tese de licenciatura em 1996. No Seminário e na Faculdade de Teologia criou gosto por entender a poesia e dialogar com a expressão contemporânea. Licenciou-se em Estudos Portugueses na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Durante esse período (1994-1998) a opção monástica criava solidez. A partir de 1990, e durante vários anos, esteve ligado à paróquia de Santa Marinha de Fornos, Marco de Canaveses. Aí demonstrou o seu enorme potencial de sensibilidade criativa encenando, com poucos recursos, As Artimanhas de Scapan e o Auto da Barca do Inferno. Faleceu a 9 de junho de 1999, quando estava prestes a concluir o noviciado no Mosteiro Beneditino de Singeverga.

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